O técnico Lula Ferreira deixou claro que para o Vivo/Franca terminar a fase de classificação do NBB no G-4, o número 10 seria o limite de derrotas. Isso para não depender dos resultados das equipes rivais. O Vivo/Franca Basquete já atingiu a marca, mesmo restando seis partidas para o fim da primeira fase do Novo Basquete Brasil. Mas o comandante francano confia no fator casa para conseguir atingir a meta. Do total dos jogos, quatro deles serão realizados no Ginásio Poliesportivo e contra concorrentes diretos: Pinheiros, Uberlândia e São José.
O Vivo/Franca ocupa atualmente a sexta posição, com 18 vitórias em 28 jogos (64,3% de aproveitamento). O time possui uma vitória a menos do que Uberlândia e Bauru e duas partidas a mais em relação ao Pinheiros, quinto colocado, com 17 vitórias em 26 confrontos (65,4% aproveitamento). O São José vem logo atrás na sétima posição.
Mas antes destas “decisões”, a equipe francana fará dois jogos longe do seu domínio. Com a classificação do Pinheiros ao quadrangular final da Liga das Américas (o time ficou com a segunda vaga no Grupo D ao derrotar domingo o Mavort-EQU, por 82 a 80), a partida marcada para quinta-feira, foi adiada para o dia 11 de abril. Sábado, o Vivo/Franca encara o Minas Tênis, em Belo Horizonte. Na segunda-feira, o desafio será diante do Vila Velha, no Espírito Santo. Depois desses compromissos, o time jogará quatro partidas no Póli: Mogi das Cruzes (30/03), Uberlândia (04/04), São José (09/04) e Pinheiros (11/04).
“O NBB é um campeonato difícil. O equilíbrio é grande e o G-4 será decidido na última rodada, não tenho dúvida disso. Temos sete ‘finais’ (rodadas) pela frente e temos condições totais de emplacar sete vitórias e garantirmos um lugar entre os líderes. Fazer esses duelos em casa nesse momento do campeonato será importante, mas não é garantia de vitória antecipada”, afirmou.
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