‘Perpetuar é ruim’


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Para um início de combate à probreza, não me coloco contra o Bolsa Família. Mas, me oponho a sua perpetuação, pois a médio prazo se deveria promover políticas que gerem empregos e que garantam a qualificação profissional. Além disso, temos que por fim a alguns dogmas religiosos e instituir medidas de planejamento familiar. Digo isto pelo fato de que não são poucas as pessoas que não têm a mínima condição emocional, afetiva, psicológica e material para se responsabilizar pela criação de um filho, o que acaba redundando no seu abandono e transormando as escolas em meros depósitos. Com exceções, vejo que a permanecer essa situação será mais vantajoso para certos espertalhões optar em ter muitos filhos, visto que o Bolsa Família os isentam da responsabilidade de trabalhar, ao passo que possuem no professor uma babá de luxo. Por tudo isso, temos que pensar seriamente no controle da natalidade, pois pai e reprodutor são dois conceitos profundamente distintos.

Darsio Batista
Franca - SP
 

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