‘Igualdade’


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Estão batendo em clara de ovo! Ninguém está contra os crentes mas sim contra o preconceito e o racismo praticado por quem prega que seres humanos sejam contra seres humanos, esses por serem aidéticos, negros e homossexuais. Ridículo usar uma frase de Martin Luther King, cujos ideais eram a da igualde entre as pessoas e esse sujeito prega o contrário. Leia em aqui.
Ricardo C.
Franca - SP

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‘Direito de cada um’
Interessante como as pessoas taxam os manifestantes como bagunceiros! Ninguém parou para pensar como esse líder religioso induz várias pessoas humildes com suas ideias homofóbicas(...) Falta de respeito é este preconceito, pois cada um tem o direito de amar quem quiser, homem ou mulher... (...) As manifestações devem ocorrer para abrir os olhos da sociedade que está cada vez mais cega.
Mariana
Franca - SP

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‘Tudo se fez de novo’
Em Gênesis 9:25 fala-se da maldição de Noé sobre seu neto. Porém, hoje não interessa mais isso, pois Deus nos garante que somos todos iguais perante Ele e o principal é a graça. Não nos esqueçamos do sacrifício de Jesus, que foi para todos, amaldiçoados ou não. Portanto, se alguém está em Cristo é nova criação. As coisas velhas já passaram eis que tudo se fez novo. 2 CO 5:17. Segundo a Bíblia, a escravidão ou mesmo condenação está naqueles que não aceitam a Jesus como único e suficiente salvador, no pecador. Veja o que a bíblia diz sobre a prática do homosexualismo, bem como outras práticas. ‘Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus. 1 Coríntios 6:10 Portanto, a prática de tais obras da carne leva à condenação, mas não nos esqueçamos de que Jesus pode libertar de tais práticas, salvar e viver uma nova vida. Isso é base bíblica e é o que todo Cristão deveria crer. Leia e medite na biblia que todos encontrarão suas respostas.
José
Franca - SP

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‘Facistóides’
Não concordo com nada que diz o pastor Marco Feliciano e concordo menos ainda com essa crescente horda de fascistóides, que dizem defender a tolerância praticando intolerância, com quem ousa discordar do seus pontos de vista. No ano passado a cidade de Franca foi destaque e um vexame nacional, quando um bando tentou impedir a socos e gritos uma palestra de um membro da família real brasileira, Dom Bertrand. Marco Feliciano, por mais polêmica que sejam suas opiniões, tem o direito de expressá-las da mesma forma que qualquer um de nós temos o direito de concordar ou não com elas. Não podemos ficar nas mãos de uma minoria arruaceira, que quer impor a sua pauta e suas vontades à maioria silenciosa.
Renato
Franca - SP

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‘Respeito’
Imagina se toda pessoa for manifestar contra o que o outro acredita ou gosta? Onde vai parar o mundo? Imagina um corintiano se manifestando contra um palmeirense só porque ele torce para time diferente, ou mesmo um tucano contra um petista ou um católico contra um evangélico e assim por diante? Precisamos entender que ele tem fundamento bíblico e é nisso que ele crê. Temos que respeitar, como o espírita tem sua crença, o islamista e o católico têm a sua. Quanta infantilidade! Vamos crescer povo de Franca e do Brasil.
Marcelo
Franca - SP

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‘Não admito’
Não se trata de concordar ou não com o que ele fala. O cargo que ele pretende ocupar vai ao oposto do que ele prega. Simples assim. É o lugar onde negros não são tratados como maldição, mas como produto de uma sociedade que os escravizou por 300 anos! Você pode achar que a África é amaldiçoada, se você não estudou História. Agora, disseminar isso é justificar a pobreza daquele continente e o racismo vivenciado por nós brasileiras e brasileiros cotidianamente. Se existem os que apoiam charlatões, existem os que enxergam. Eu faço parte da segunda leva. Não admito que negros e homossexuais sejam tratados como sub-humanos. Não aqui, não num país laico.
Márcia Santos
Franca - SP

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‘Sem violência’
Eu estava lá e posso garantir: ninguém estava protestando contra a igreja, estávamos protestando contra a figura do deputado, uma pessoa que carrega o preconceito em suas palavras – discriminação e segregação – além de estar respondendo processo por estelionato. O protesto foi pacífico... Nenhum evangélico foi proibido de entrar no culto ou agredido. (...) E só para constar: entre os brasileiros que estavam exercendo sua cidadania haviam evangélicos, espiritas, católicos, negros, brancos, homens, mulheres, homo, heteros.... Enfim, brasileiros lutando por uma política justa, limpa e que trate todos como iguais, independente de sua orientação religiosa, sexual ou partidária.
Elison
Franca - SP

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