Prefeitura limpou a represa há seis anos


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Garça pousa em meio a restos de entulho e acúmulo de terra em reservatório
Garça pousa em meio a restos de entulho e acúmulo de terra em reservatório

A represa do clube Castelinho sofre pela segunda vez com o assoreamento. Em 2007, ela precisou ser esvaziada para que a terra fosse retirada em um processo de seis meses. O procedimento, na época, foi necessário para que o reservatório não transbordasse ou contribuísse para enchentes durante as chuvas. Na ocasião, foram retirados cerca de 15 mil caminhões de terra da represa.

Segundo matéria publicada pelo Comércio da Franca em julho de 2008, a primeira fase consumiu aproximadamente R$ 500 mil e foi paga pela Prefeitura. Já a segunda etapa de recuperação teve orçamento de R$ 750 mil. O clube, durante as obras, alegou que não tinha recursos para custear os serviços. Além da Prefeitura, a Promotoria do Meio Ambiente também se envolveu no caso.

Considerada de grande importância para o município, a represa funcionava como um “piscinão” e contribuía para que as águas da chuva chegassem com menos velocidade ao córrego dos Bagres, na região do Posto Galo Branco, que sofria com as enchentes.

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