‘Indignado’


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(...) Aí o cara confessa 30 furtos em residências, mostra aos policiais os imóveis arrombados por ele e nada acontece? Lógico que não! Cadê o flagrante? Neste caso o bandido está dentro da lei e não se fala mais nisso! Besta é o bandido que age ‘fora da lei’: aí ele se ferra. Ou melhor, se fera um pouquinho só ao ser preso em flagrante por tráfico de drogas. Caso ele tenha um advogado que o aconselha (dentro da lei, claro!) que o melhor a fazer é confessar o delito. Aí a pena para o crime de tráfico de drogas, que é de 5 anos, passa na hora para 2 anos caso seja primário. Ou seja, não vai para a cadeia também. Esse último caso também está na página policial do Cómércio de hoje (quarta-feira, 6/3/2013). Resta-me apenas ficar mais um pouco indignado do que eu já estava. Leia a respeito em http://www.gcn.net.br/jornal/index.php?codigo=203556.
José Umberto
Franca - SP

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‘Trabalhadores são punidos’
O meliante é réu confesso de 30 furtos e ficará solto. Talvez a justiça faça isto esperando que ele mude de cidade. Aí acaba o problema da polícia e da justiça local, que simplesmente se transfere. Pena que não dá para fazer o mesmo quando estamos com uma lanterna queimada no carro. Neste caso, nós, trabalhadores somos punidos na hora.
Tiago W. Machini da Silva
Franca - SP

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‘Até quando?’
Será que alguém é capaz de adivinhar o que este elemento vai fazer? Até quando vamos ter que continuar convivendo com essas leis que mais protegem os bandidos que qualquer outra coisa?
Joaquim Reis
Franca - SP

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‘Indignada’
Meus Deus do céu! Ele confessa e ainda vai responder em liberdade? Esse é nosso país (com letra minuscula mesmo). Nossos filhos vão estudar e recebem multas na porta da faculdade, por não acharem lugar para estacionar... E eu tenho que escutar que bandidos são soltos. Tenho que confessar: será que realmente que andar direito nesse mundo tem valor? Estou muito indignada! Meu Jesus volta logo! Socorro!
Lindalva
Franca - SP

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‘Sem consequência’
Isso tudo é graças ao desarmamento. A polícia não dá conta, a justiça não funciona e o cidadão de bem não pode ter uma arma. Pronto: o marginal pode fazer o que bem entender que não terá consequência nenhuma.
Wilian Marangoni
Franca - SP

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