Acusado está internado e não foi ouvido


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O motorista Dênis da Silva Manso, 26, marido e pai das vítimas em Morro Agudo, é para a polícia o principal e único suspeito de ter cometido o crime de homicídio triplamente qualificado (provocado por motivo torpe, vingança e meio cruel). Funcionário do período noturno de uma usina instalada na cidade, Manso, por motivo ignorado, se ausentou do trabalho na noite que antecedeu ao fato.

Segundo vizinhos, a família morava há pouco tempo na casa onde aconteceu a tragédia. Ela é alugada de um primo da mulher. Sem passagens pela polícia ou histórico de doenças psíquicas, o motorista foi descrito como um homem discreto. “Ninguém aqui tem nada para falar deles (família). Moram há pouco tempo (40 dias) aqui e neste período a polícia não foi chamada a esta rua”, disse a dona de casa, Renata Cristina Silva, 32.

Os investigadores não souberam dizer como o motorista se queimou. “São hipóteses. Ele pode ter colocado fogo em si mesmo de propósito ou acidentalmente. Como está internado, vamos interrogá-lo mais tarde”, comentou o investigador Daniel Souza. O acusado está no Hospital das Clínicas de Ribeirão Preto e seu estado é, segundo boletim, gravíssimo.

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