Professor Luiz Cruz de Oliveira, sua mãe – que Deus a tenha –, não obteve e parece nunca ter necessitado de empréstimos. Afinal, ela criou os filhos (e os fez) cidadãos honrados. Mas, me chamou atenção a palavra “diligência” porque nas tabelas de custas dos cartórios, ainda hoje, são previstas taxas de cobrança de diligência (quando a assinatura do ato se dá fora do cartorio). A força, a permanência e a beleza das palavras sempre me emocionam. (Leia em http://www.gcn. net.br/jornal/index.php?codigo= 203080).
Regina Célia Freitas de Oliveira
Franca - SP
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