Os advogados Braz Porfírio Siqueira e Tiago Alves Siqueira defendem o pastor José Elias da Cruz, 53, e só devem apresentar o pedido de liberdade provisória dele após conclusão das investigações da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Franca.
Braz Porfírio disse que primeiro quer se inteirar das acusações contra seu cliente. “Ainda não vi o inquérito. Só tomei conhecimento do que a delegada falou no interrogatório dele.”
Além disso, o advogado quer anexar alguns documentos ao pedido para convencer o juiz da idoneidade do pastor. “Já pedi para irem até Itaú de Minas, onde ele teria respondido a alguns processos, para ter uma declaração de como estão hoje. Estou entrando em contato com as igrejas onde ele atuou para que atestem que ele é um homem bom.”
Na sexta-feira, o pastor permanecia preso na Cadeia do Guanabara. Na DDM, se disse inocente. Negou que tenha abusado das fiéis e que fizesse rituais de libertação em sua casa ou na delas. Disse que as bênçãos eram dadas no culto, na igreja.
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