Delegada deve ouvir mais fiéis


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Esta semana será de muito trabalho para a delegada da DDM (Delegacia de Defesa da Mulher), Graciela Ambrosio, responsável pela investigação sobre supostos abusos sexuais cometidos pelo pastor José Elias da Cruz, 53. Como ele está preso, a delegada tem prazo de dez dias para concluir o inquérito.

Graciela pretende ouvir o depoimento de outros jovens que frequentavam a Igreja Paz no Vale. “Suspeitamos de que possa haver outras vítimas. Também queremos confirmar alguns detalhes informados pelas vítimas e testemunhas.”

Até sexta-feira, quatro fiéis já haviam se apresentado para acusar o pastor; as irmãs de 15 e 12 anos, uma mulher de 20 e outra de 23. Segundo elas, os abusos aconteciam durante os “rituais de libertação” feitos por José Elias em sua casa ou na residência delas. “Ele dizia que elas tinham que passar pela libertação que consistia na unção do corpo com óleo. Nesse momento, ele aproveitava para tocar as partes íntimas delas”, disse a delegada.

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