O casal, muito simples, sempre viveu no sertão de Minas. Toninho e Marlene já tinham nove crianças. Marlene tinha uma criança a cada ano. Até que o último parto complicou e tiveram que correr para a cidade. Com muito trabalho, nasceu mais uma criança. O médico foi ao quarto falar com a mãe:
- “Olha, dona Marlene, graças a Deus salvamos a senhora e a criança. Mas tem uma coisa. A senhora não vai poder ter mais filhos de jeito nenhum. Se ficar grávida outra vez, a senhora morre. Entendido?!”
Toninho e Marlene mal sabiam da camisinha e então resolveram dormir em quartos separados para não arriscar. Passou um mês, dois e foi aquele sofrimento.
Até que uma noite, a mulher se levantou no meio da madrugada, foi pé-ante-pé até o quarto do marido e bateu na porta:
- “Toninho, abre a porta.”
O Toninho estava até roncando, acordou e meio sonolento perguntou:
- “O que ocê qué, Marlene? Precisa de alguma coisa?”
E a Marlene falou:
- “Eu quero morrê!”
- “Olha, dona Marlene, graças a Deus salvamos a senhora e a criança. Mas tem uma coisa. A senhora não vai poder ter mais filhos de jeito nenhum. Se ficar grávida outra vez, a senhora morre. Entendido?!”
Toninho e Marlene mal sabiam da camisinha e então resolveram dormir em quartos separados para não arriscar. Passou um mês, dois e foi aquele sofrimento.
Até que uma noite, a mulher se levantou no meio da madrugada, foi pé-ante-pé até o quarto do marido e bateu na porta:
- “Toninho, abre a porta.”
O Toninho estava até roncando, acordou e meio sonolento perguntou:
- “O que ocê qué, Marlene? Precisa de alguma coisa?”
E a Marlene falou:
- “Eu quero morrê!”
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