‘Comércio’ flagrou desordem em rua no Distrito Industrial


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No dia 15 de fevereiro, o fotógrafo do Comércio Wilker Maia acompanhou, por cinco horas, a movimentação na rua Vicente Richinho. Ele flagrou o consumo de álcool e entorpecentes por adolescentes, meninas em danças eróticas ao som alto de funks e confusões entre os frequentadores do local.

À 1h50, a PM aparece, cerca de 40 minutos depois de chamada pelo dono de uma empresa da rua. A viatura liga o giroflex, aciona uma vez a sirene e vai se aproximando devagar. Os sons são desligados e os carros vão deixando a rua livre. Todas as pessoas ficam na calçada e abrem passagem para a viatura, que trafega pela via. Assim que a viatura chega ao final da rua, recomeça tudo.

A Polícia Militar é acionada mais uma vez pelo mesmo empresário, às 2 horas. Chega meia hora depois. Desta vez, em duas viaturas, mas o procedimento é o mesmo. E a festa continua.

Quando já são quatro horas, a polícia aparece com um efetivo maior. De um lado, ficam duas viaturas; do outro, quatro carros da PM fecham a rua, deixando apenas um caminho para o pessoal se dispersar. Em poucos minutos já não há mais ninguém na rua, além dos policiais. Eles permanecem no local por dez minutos. Formam um cordão de homens à frente das viaturas e andam livremente pela via, desta vez, vazia.

Relembre as fotos da reportagem que flagrou a baderna no Distrito:

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