Greve dos Sapateiros de Franca para 5 empresas no segundo dia


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Funcionários em frente à Tenny Wee, no Distrito Industrial, ouvem sindicalista
Funcionários em frente à Tenny Wee, no Distrito Industrial, ouvem sindicalista

O movimento do Sindicato dos Sapateiros de Franca, presidido por Fábio Cândido, ganhou força ontem, parou mais cinco empresas e a categoria deve entrar em seu terceiro dia de greve. Segundo o sindicalista Luís Borges de Lima, orador na manifestação ocorrida ontem, no Distrito Industrial, das empresas percorridas, quatro estão com 100% do quadro de funcionários parado: Freeway, Pipper, Tobogan e Radamés. Na Tenny Wee, cinco esteiras pararam de funcionar e aproximadamente 300 funcionários não trabalharam.

Os sindicalistas foram às portas de empresas no Distrito e no Jardim Paulistano. As manifestações começaram desde as 5 horas. No Distrito, funcionários dançaram ao som de um caminhão de som e alguns fizeram até churrasco na calçada.

A Polícia Militar foi acionada por empresários pela manhã, mas não houve confusão.

RECUSA
Os sapateiros recusaram uma nova proposta do Sindifranca (Sindicato da Indústria de Calçados de Franca), de 7,5%, ontem. Segundo a assessoria de comunicação do Sindifranca, o percentual foi decidido em assembleia realizada com empresários, às 17h30 de terça-feira. O sindicato recomenda que as empresas antecipem na próxima folha de pagamento o aumento de 7,5%, mesmo sendo recusado.

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