O vice-presidente da Liga Francana Amadora de Futebol (LFAF), Marcos Mariano Silva, fez dois questionamentos que fizeram o prefeito Alexandre Ferreira sofrer para responder. A primeira indagação questionava a nova diretriz para o espote de formação, pois ela não apresenta nada com relação a dotar as crianças de aparatos que as ajudem na prática de modalidades esportivas. “Os meninos do futebol cuidados pela Prefeitura, usam somente um colete. Quando o garoto enxerga outros times com uniformes completos e bonitos, ele acaba ficando desmotivado”, explicou Silva ao pedir que a Prefeitura pagasse uniforme a todos. “Passar batom e maquiagem nunca motivou ninguém a praticar esporte”, respondeu o prefeito.
No momento seguinte, o dirigente da LFAF questionou a atual condição das escolinhas de iniciação esportiva existentes. “Da forma que está hoje, é impossível essas escolinhas trabalharem com 15 mil crianças. Algumas estão lotadas e só possuem duas bolas. Como fazer?”, disse Marcos Silva. Ferreira desconversou. “Prefiro não falar do passado. Estamos aqui planejando o futuro”, afirmou sem explicar como fazer para melhorar as condições das unidades.
Entre os representantes das sete entidades presentes, apenas a LFAF apontou problemas. Ela e o Franca Basquete, a Associação Francana de Capoeira, a Associação Francana de Judô, a Associação Hwa Rang de Taekwondo, a Associação Francana de Tênis de Mesa e a Associação Francana de Voleibol estão com a verba praticamente aprovada e devem começar a recebê-la ainda este mês. Elas dividirão R$ 1,5 milhão. O restante - praticamente o mesmo valor - depende de documentação a ser apresentada por outras entidades esportivas.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.