10 coisas que você ainda não sabe deste sentimento chamado amor


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Se tem um sentimento que ninguém consegue entender é o tal do amor. Só ele é capaz de fazer grandes homens deixarem toda a seriedade e riqueza de lado para fazer loucuras por sua amada. E isso acontece com ambos os sexos e com pessoas de todas as idades e culturas diferentes. Esse sentimento nobre é amplamente estudado pela ciência e um dos temas preferidos do Se Liga. Não é à toa que, quando surgem novos estudos, nós os publicamos para que você entenda melhor. Ou pelo menos tente.

O texto de hoje traz coisas que talvez você desconheça sobre as sublimes sensações do amor e que Barbara Fredrickson, professora de psicologia e diretora do Laboratório de Emoções Positivas e Psicofisiologia da Universidade da Carolina do Norte (EUA) publicou em seu livro Amor 2.0: Como nossas emoções supremas afetam tudo o que sentimentos, pensamos, fazemos e nos tornamos. Ficou com vontade de ler e descobrir mais sobre este sentimento? Infelizmente ele ainda não foi lançado aqui no Brasil, mas nós nos adiantamos e pescamos os melhores pontos. De nada!

Confira nesta página 10 coisas sobre o amor e que são capazes de te ajudar em seus relacionamentos:

1 - Pense no amor e ame mais
Após entrevistas com várias pessoas, que compartilharam suas histórias e fizeram uma reviravolta em suas vidas pessoais e profissionais, Barbara aprendeu que, quando as pessoas tomam um só um minuto por dia para pensar se estavam ligadas com os outros, elas tiveram mais benefícios e se conheceram melhor. E isto é algo que você pode começar a fazer hoje para aprender um pouco mais sobre como o amor funciona e praticá-lo. Que tal?

2 - Não é só simpatia
Está em dúvida de quando ama e quando sente compaixão? A pesquisadora explica: “O amor não exige que você ignore ou suprima negatividade. Ele simplesmente requer que algum elemento de empatia, bondade ou apreciação sejam adicionados à mistura. Compaixão é a forma que o amor toma quando o sofrimento ocorre”.

3 - Não subestime o casamento
“Escrever este livro mudou profundamente a minha visão pessoal de amor. Eu costumava defender o amor como uma força constante, firme, mas que não definia meu casamento. Enquanto essa força constante e firme ainda existe, agora vejo a nossa ligação como um produto dos muitos micromomentos de ressonância de positividade que meu marido e eu compartilhamos ao longo dos anos. O amor é algo que devemos cultivar todos os dias”, conta Barbara, que acredita que isso pode ajudar a afastar a ideia que as pessoas têm do amor eterno no casamento.

4 - Pequenos momentos, grandes efeitos
Já pensou que sua experiência possa ter um efeito duradouro sobre sua saúde e longevidade? Barbara sim. A professora notou que a experiência amorosa é um ciclo importante entre vida social e bem-estar físico. “Pouco a pouco, amor gera amor, melhorando a sua saúde. E saúde gera saúde, melhorando a sua capacidade de amar”.

5 - Suas células imunes refletem suas experiências
As formas como seus genes são expressos dependem de muitos fatores, que podem inclusive dizer se você se considera um ser socialmente conectado ou cronicamente solitário. Por isso, a equipe de Barbara está investigando os “efeitos celulares do amor” e testando pessoas para saber se aquelas que constroem “micromomentos” de amor na vida diária têm células imunológicas mais saudáveis.

6 - Torna o coração mais saudável
Barbara e sua equipe descobriram que quando as pessoas são designadas à função de aprender maneiras de criar pequenos momentos de amor com as outras pessoas têm uma melhora no canal chave que liga o cérebro ao coração. Além de fazer bem para a saúde, é possível ficar mais feliz.

7 - Contato visual é importante
O encontro dos olhos, para a professora e pesquisadora, é essencial para a sincronia neutral dos indivíduos. Com ele, é possível “identificar” as emoções das pessoas ao seu redor e tornar sua perspectiva para o amor mais aguçada.

8 - Não pertence à uma pessoa
Segundo Barbara, evidências sugerem que quando você realmente se conecta com outra pessoa, uma sincronia surge entre os dois. O amor é uma onda biológica de sentimento bom e cuidado mútuo que rola por dois ou mais cérebros e corpos de uma só vez

9 - Não é exclusivo
De acordo com Barbara, nós tendemos a pensar no amor apenas no contexto de nossos entes queridos. “Quando o limitamos a apenas o círculo mais íntimo de família e amigos, inadvertidamente e severamente restringimos nossas oportunidades para o crescimento, saúde e bem-estar”. Isto significa que, para a professora, é importante se conectar com as pessoas, sejam entes queridos, sejam estranhos.

10 - As pessoas têm ideias preexistentes sobre o amor e isso pode prejudicar suas relações
Amor não é romance. Não é desejo sexual. Não é nem mesmo o vínculo especial que você tem com pessoas relevantes em sua vida. E talvez o mais difícil de aceitar: o amor não é duradouro e incondicional. Por isso, Barbara propõe uma mudança radical: a de ver o amor como nosso corpo o experimenta: um momento de emoção sendo compartilhada com o outro. “Eu aprendi que preciso pedir às pessoas para revisitar suas visões atuais de amor, o suficiente para considerá-lo a partir de uma perspectiva diferente: a perspectiva do seu corpo”, disse a autora durante o evento de lançamento da obra.

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