Mon Dieu, les homes sont des brutes!


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Mudos, surdos, cegos, num alvoroço terrível, travamos guerras e conflitos inverossímeis; não querendo crer em nosso fingido gozo. Que a vida é um suicídio lento, tímido e irrepreensível... Nossos graves olhos, quando se abrem, em verdade fecham-se às demais necessidades. Como compreender que nosso esforço egoísta é insuficiente para a glória que desejamos, quando atacar nossos alvos nos parece mais atraente, sem saber que atacamos em nossa inútil incapacidade somente a nós mesmos? É como se afogar milhares de vezes sem poder morrer.

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