Pertinente, a decisão do poder público. De certa forma destaca a importância das questões mentais e psíquicas que são denunciadas pelos sintomas apresentados. Ainda estamos presos nos enfadonhos ‘não é nada, é só emocional’, ou ‘isso não é nada, é só de sua cabeça’. Pior (ainda) é quando atribuem a questões morais do tipo ‘falta de vergonha’ etc. Está na hora de sair dos discursos rasos e inócuos! (Leia em http://www.gcn. net.br/jornal/index.php?codigo =198984).
Antônio Cezar Peron
Franca - SP
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