Arroz, feijão, carne e salada quando você tem fome. Água, cerveja ou refrigerante quando você tem sede.
Devolver troco a maior. Dizer bom dia, boa tarde, boa noite. Solidarizar-se com a dor do outro. Parar o carro antes da faixa de pedestre, respeitando o pedestre. Parar no ‘vermelho’ do semáforo. Não falar ao celular quando está ao volante. Usar cinto de segurança no automóvel e viseira de capacete abaixada ao pilotar moto. Pentear o cabelo. Escovar os dentes uma, duas, três vezes ao dia. Pedir desculpas quanda erra. Agradecer quem o ajuda. Responder ‘de nada’ quando lhe dizem ‘obrigado’. Esperar que todos se sentem à mesa antes de servir-se. Recolocar no lugar algo que você tira. Apagar a luz que acendeu.
Tratar por ‘senhor’ ou ‘senhora’ quem tem mais idade, o pai, a mãe, o avô e a avó, a autoridade, o professor, aposentando o ‘ôce’. Ouvir quem fala. Respeitar opinião, mesmo contrária. Auxiliar o cego que atravessa a rua. Sendo cego, aceitar a ajuda sem arrogância. Devolver o que achou sem se convencer que ‘achado não é roubado’. Respeitar quem fuma e quem bebe e respeitar quem não fuma e quem não bebe.
Acreditar sempre e desacreditar só quando tiver certeza. Em dúvida, decidir em favor do réu. Preocupar-se em saber em quem votar, acompanhar o trabalho do eleito; cobrá-lo. Respeitar o cão, o gato, o pássaro e quem gosta deles. Não falar o que vem à língua antes de passar pelo cérebro. Praticar bom senso. Aguardar o melhor momento para falar o que é preciso a alguém e não em público. Apoiar quem erra e quer se recuperar, mas não apoiar o erro. Dar outra chance a quem o ofende e lhe pede perdão.
Abrir a porta do carro para a mulher ou para quem enfrenta problema de saúde ; posicionar cadeira a quem vai se sentar. Dizer ‘meu amor’ a quem você ama. Manter estreito o relacionamento com seu próximo. Conversar pessoalmente – não por celular, redes sociais, recado ou carta (que coisa mais antiga, não?) – com gente que sempre esteve por perto e torceu por você...
Participe. Pegue uma caneta e escreva aqui o que não citei:
Escreveu? Se quiser, envie cópia a luizneto@comerciodafranca.com.br. Farei uma súmula e voltarei ao assunto sábado que vem. Quem discordar, também convido a se manifestar.
Resultado da convivência que empreendo com a raça humana que grassa por ai, afirmo que hoje se chama de ultrapassado, chato, cafona e se olha como a animal em zoológico quem ainda pratica – ou abomina – ações como as que acabo de descrever. Hoje, tem quem diz que mundo certinho é quadrado e chato, não está com nada, não tem valor, não tem sal. Que é preciso pimenta, vícios, desvios de comportamento ou de ética para que a vida valha a pena ser vivida.
Quando nada, escrevo sobre. Cada cabeça uma sentença, não é verdade?
LENDO
Tem lido estas mal traçadas linhas a cada sábado, Walter Peres Chimello, advogado e conselheiro da Sociedade São Vicente de Paula. Waltinho é um partidário da verdade contida no adágio popular “u’a mão não precisa saber o que a outra mão faz” quando o assunto é benemerência.
PONTUALIDADE E OBJETIVIDADE
O prefeito Alexandre Ferreira tem cobrado, à sua maneira, respeito à pontualidade, o que, em última instância, significa respeitar quem chega na hora para a qual é convidado. Marca ações e começa, sem choro e nem vela. Cumprido o compromisso, encerra, objetivamente. Dia destes, cumprindo o horário agendado - 9 horas -, começou. Comunicou o que precisava e encerrou. Quem, acostumado a atrasos, chegou depois, não encontrou mais ninguém. ‘Ué, ainda não começou?!’... Mais algumas ocorrências do tipo e... bingo! Aprovo. Desrespeito a horários é marca francana.
ANTIDROGAS
Djalma Rodrigues Batista, delegado titular da DISE – Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes comemorou esta semana, incineração de 280 quilos de drogas apreendidas em três meses na cidade. Conversamos. Ele me disse que denúncias anônimas foram fundamentais para que essa droga – e quem a traficava – deixasse as ruas. Reafirmou que quem denuncia tem sigilo e anonimato rigorosamente respeitados. Cumprimentei-o. Há um problema, no entanto. O número telefônico reservado a denúncias é nacional, difícil de ser memorizado ao contrário do que deveria ser. Anote aí: 0800 771 3163. Anote e use para contribuir com o que você sabe ao trabalho de prevenção anti-drogas.
ESTRADA PEDREGULHO/RIFAINA
O leitor Geraldo Augusto Ferreira, sitiante na serra de Rifaina, região da antiga ‘curva da morte’ me visitou ontem. Lembrei-me dele. Em 2009, exercitando seu papel de cidadão, enviou inúmeros comentários ao GCN falando daquela parte da estrada que ceifou incontáveis vidas e gritando por providências. Disse-me, agora, que a estrada entre Pedregulho e Rifaina está péssima, propícia a acidentes graves, e é indispensável que direcionem providências para lá. Replico aqui. Quem sabe, autoridades leiam.
Luiz Neto
Jornalista, editor de Opinião do Comércio - luizneto@comerciodafranca.com.br
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