Acessibilidade foi prioridade nos últimos anos


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Em 2009, após o desabamento do teto da Igreja Renascer, em São Paulo, que matou nove mulheres, o promotor de Habitação e Urbanismo, Carlos Henrique Gasparoto, decidiu vistoriar os templos religiosos de Franca. Ficou constatado que 214 imóveis precisariam ser avaliados. Os responsáveis tiveram prazo para apresentar documentação que comprovasse que as estruturas física e de segurança estavam de acordo com as exigências legais.

Se não apresentassem o documento que comprova terem passado por vistoria no prazo estipulado pelo Ministério Público, igrejas católicas e evangélicas, centros espíritas e prédios de clubes como Rotary, Lions e Maçonaria, localizados em Franca, Restinga, Ribeirão Corrente, São José da Bela Vista e Cristais Paulista poderiam ser interditados. “Muitas igrejas fizeram uma série de investimentos na questão da acessibilidade, banheiro para cadeirante e etc e não priorizaram a segurança. Em função desta ação do Ministério Público, a prioridade foi dada à questão da acessibilidade”, comentou o pastor Otávio Pinheiro, líder religioso da igreja evangélica Assembleia de Deus.

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