Pontos de vistas


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Para a indústria francana e as empresas que a cercam – prestadores de serviços, a exemplo – essa informação não vale nada. Pessoas são obrigadas a trabalhar em ambientes muito desfavoráveis. Nas fábricas, sem comentários. Perguntem a trabalhador da esteira se dá para trabalhar bem humorado suportando o calor que suportam por 8 horas diárias. Franca, Franca. Você tem muito o que mudar. (Leia aqui).
Lucas Veiga
Franca - SP

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Caramba, há 50 anos tenho o comportamento descrito na matéria. Em todos os lugares onde trabalhei e trabalho, sempre com a certeza absoluta de que alegria e companheirismo misturados com seriedade e comprometimento formam a poção mágica do sucesso de uma equipe. Nunca gostei de cara amarrada – para mim sempre foi sinal de que a pessoa tem dor de barriga. Pior ainda é escutar o ditado obsoleto ‘muito riso, pouco siso’. Me dá arrepios. O Brasil mudou, a escravidão acabou, os coronéis foram para a reserva, a profissionalização das empresas substituiu – ah, santo capitalismo – as organizações familiares, onde pessoas certas eram colocadas em lugares errados. Enfim, passou a valer a palavra de Fernando Sabino ao afirmar que o ‘valor das coisas não está no tempo que duram mas, na intensidade com que acontecem’. Por isso, existem momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis. ‘I zé fini’.
Delduque Caleiro Palma
Franca - SP

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