A Polícia Militar teve trabalho para fiscalizar as imprudências dos motoristas francanos em 2012. Segundo dados divulgados pelo departamento de trânsito da PM, foram 38.974 autuações em toda a cidade. O número é 14% maior que o registrado em 2011, quando foram feitas 35,4 mil. Os dados não levam em conta multas por excesso de velocidade colhidas via radar. Conforme dados fornecidos pela Secretaria de Segurança e Cidadania, os 4 radares móveis da cidade fizeram 16.146 autuações.
Como no ano retrasado, a infração mais comum foi a utilização de telefone celular pelos motoristas ao volante. Na sequência vêm aqueles que dispensam o uso do cinto de segurança e, por fim, condutores que insistem em trafegar com veículos com licenciamento atrasado (confira a lista completa no quadro).
De acordo com o comandante da seção de trânsito do 15´ batalhão, capitão Marcus Alexandre Moraes de Araújo, a intensa fiscalização realizada no ano passado tem relação direta com o crescimento no número de mortes em ruas e avenidas da cidade nos anos anteriores. “Nós percebemos que o número de mortes no trânsito estava aumentando deste o ano retrasado. Fizemos um levantamento nosso (da PM) de mortes no local de ocorrência e os números saltaram de 30 (em 2010) para 34 (em 2011). Por isso, reforçamos a fiscalização em 2012”, disse o Capitão Araújo.
Como os dados levam em conta apenas situações onde as vítimas morreram no local do acidente, os números reais podem ser ainda maiores - são contabilizados pacientes que morrem em hospitais. Para este ano, a PM pretende manter o ritmo da fiscalização rígida aos condutores que descumprem a lei. “ A tendência para 2013 é de mais fiscalização e mais multas. As pessoas continuam morrendo no trânsito e nós não podemos permitir isso”, afirmou o capitão Araújo.
O secretário municipal de Segurança e Cidadania, Tenente Sérgio Buranelli, responsável pelo trânsito na cidade, alerta aos motoristas que a direção defensiva é fundamental em meio a ruas e avenida cada vez mais cheias. “Nós estamos fazendo de tudo para educar os motoristas para trafegar abaixo dos 60 km/h, porque percebemos que os acidentes graves registrados em Franca sempre estão ligados ao excesso de velocidade.”
Clique na imagem para ampliar:
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.
