Paralelamente à operação conduzida pela Polícia Civil, agentes de fiscalização da Vigilância Sanitária interditaram e recolheram aproximadamente R$ 150 mil em produtos de duas lojas de suplementos alimentares Prosports, localizadas na rua Campos Salles e na avenida Integração. De acordo com o chefe do órgão municipal, José Conrado Neto, a interdição se fez necessária porque as unidades desrespeitavam o alvará específico de funcionamento autorizado pela Prefeitura. “Visitamos três lugares e interditamos esses dois, porque eles têm alvará para comércio varejista de alimentos e estavam vendendo medicamento. Segundo o código sanitário cabe interdição.”
Segundo o delegado Leopoldo Gomes Novais, os materiais foram recolhidos porque continham substâncias ilegais. “Pela composição de seus sais e insumos, comprova-se a base exigida para substâncias anabolizantes”, explicou o delegado, via comunicado à imprensa.
Procurado pela reportagem, o proprietário dos estabelecimentos interditados, Victor Hugo Silvestre, negou que os produtos recolhidos sejam “bombas”. Segundo ele, o material foi comprado de um fornecedor de São Paulo e a única irregularidade encontrada pelos fiscais da Prefeitura foi a ausência de selo de segurança da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).
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