Em pouco mais de um mês, a viatura da Polícia Civil é o segundo veículo incendiado no Jardim Aeroporto. No dia 5 de dezembro, um ônibus circular da empresa São José foi invadido por três homens encapuzados e armados com pistolas automáticas. Eles levaram uma pequena quantia em dinheiro, mas disseram ao cobrador que o objetivo principal do bando era queimar o coletivo.
A Polícia Militar foi acionada e chegou rapidamente ao local, controlando as chamas com os extintores de incêndio das próprias viaturas. O atentado aconteceu na mesma época em que uma facção criminosa do Estado de São Paulo adotou um procedimento semelhante na capital paulista, na tentativa de intimidar as investigações da polícia.
A DIG (Delegacia de Investigações Gerais) ficou responsável pelo levantamento dos dados e identificação de suspeitos. Segundo um investigador da especializada, uma mulher foi ouvida e deu pistas sobre a autoria do atentado. O caso foi entregue aos cuidados do 4´ Distrito Policial, que ficará responsável pelo inquérito, ainda sem previsão para ser finalizado.
“Este caso ainda está em processo investigativo e não tem qualquer relação com o crime cometido hoje [ontem] que foi uma ação isolada. Para este caso do ônibus já temos suspeitos [que inclusive já foram ouvidos], mas ainda não foi concluído”, explicou o delegado Dalmo Pollo.
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