Esse dados ratificam o que (...) a população mais atenta verifica. As riquezas estão concentradas nas mãos de monopólios que controlam a cidade. Não há, aqui, indústrias de alta competitividade que valorizem qualificação e invistam em tecnologia. O economista cita falta de qualificação mas, do que adianta qualificação se não há campo de trabalho na cidade? A maioria dos formandos das universidades locais que buscam ascensão profissional precisam partir em busca de oportunidades em cidades como Ribeirão, Campinas e, na capital. Aos que ficam, só resta as mesmas empresas que pagam muito pouco, trabalhar em área diferente ou, então, se dedicar a concursos públicos. Os que detêm as riquezas pouco investem na cidade e, ainda, exploram os desafortunados, a maioria... (Leia aqui a matéria).
Adriano
Franca - SP
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.