Além da ação de racismo, a São José ainda tem outro processo correndo na Justiça de Franca. A empresa tenta rever os valores e obrigações do contrato de prestação de serviços de transporte público assinado com a Prefeitura.
Segundo a empresa, ela estaria tendo prejuízos no transporte coletivo. Além disso, alegou que algumas exigências previstas no contrato, como a compra de novos veículos e a implantação de novas linhas de ônibus para ligar bairros, não precisariam ser cumpridas por falta de necessidade.
O processo foi aberto na mesma época em que a Emdef, empresa responsável pela fiscalização do serviços da São José, passou a notificar a empresa sobre as irregularidades no cumprimento do contrato de ônibus, assinado com a Prefeitura em 2009.
A ação inicialmente estava tramitando pela 4ª Vara Cível de Franca. No início deste mês, passou para a Vara das Fazendas. Com a mudança, a audiência de tentativa de conciliação ainda não foi marcada. O processo aguarda o posicionamento do novo juiz.
O procurador geral do município, Joviano Mendes da Silva, foi procurado para comentar o caso, mas disse que não pode se pronunciar sobre o assunto.
Na São José, o diretor regional da empresa não foi encontrado. Nas reportagens anteriores sobre o processo, a empresa também não se pronunciou.
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