O furto na madrugada de sábado e a recuperação de um veículo Uno na manhã do mesmo dia por pouco não acabou em nova frustração para as donas dele, as irmãs Tatiane Damasceno e Micheli Furini.
Isso porque elas se negaram a pagar o valor cobrado pelo guincheiro - R$ 200 - que levou o carro roubado no Cambuí e encontrado no Paiolzinho até o Plantão Policial.
O guincheiro, com a negativa do pagamento, levou então novamente o Uno até o bairro rural onde o resgatou. As vítimas optaram por ir ao Paiolzinho e gastar apenas com o combustível.
As vítimas tinham razão em não querer pagar. O artigo 24 da portaria do Detran/SP 1.344/89 dispõe de que não deve ser cobrado o serviço de guincho em caso de furto ou roubo.
Ainda assim, sem o pagamento, o guincheiro decidiu que perderia a corrida mas não aceitaria entregar o veículos de graça às proprietárias. “Se pagasse isso que ele está cobrando, eu me sentiria roubada duas vezes”, afirmou Tatiane.
O furto aconteceu enquanto as irmãs dormiam em uma casa na Rua Antônio Jacintho Crispim, no Cambuí. Quando elas acordaram, na manhã de sábado, deram falta do carro e avisaram a polícia. Enquanto isso, em patrulhamento pelo Paiolzinho, a Polícia Ambiental avistou o carro parado, sem gasolina, com apenas um indivíduo dentro. Ao ser abordado ele se assustou e gerou desconfiança dos policiais. Em revista descobriram que se tratava do carro furtado horas antes. CHS foi preso em flagrante.
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