Uma liminar expedida pela juíza Ana Maria Fontes, de Orlândia, proporcionou ontem o restabelecimento de energia elétrica para a Prefeitura e demais órgãos municipais. Na tarde da última terça-feira, a CPFL cortou o fornecimento em razão de uma dívida de R$ 2,8 milhões não negociada e deixou praças, unidades de saúdes, centros sociais e até o paço municipal às escuras.
Em nota, a CPFL Paulista ressaltou que o conteúdo da liminar reconhece o débito da Prefeitura e informou que, ao longo dos últimos meses, buscou uma maneira de solucionar o problema.
O prefeito Rodolfo Tardelli Meirelles (PTB) enviou à Câmara um projeto de lei pedindo autorização para parcelar a dívida em 36 parcelas de R$ 79 mil, que foi rejeitado. Os vereadores entenderam que a dívida deve ser negociada pela prefeita eleita Flávia Gomes (PSB).
Ontem, o prefeito não foi encontrado. Na Prefeitura, a informação era que em razão do corte não houve expediente pela manhã.
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