Pontos de vistas


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Venho de São Paulo e moro em Franca há muitos anos. Lá há Engenharia de Tráfego e percebo que as pessoas no trânsito não são educadas como muitos dizem, são civilizadas, e por obrigação. A cidade cresceu e as pessoas se obrigaram a civilizar. Existe uma inteligência que observa o trânsito, as ruas, o movimento de forma geral e atua pensando, em primeiro lugar, na segurança e, depois, em outros fatores. Venho notando que aqui em Franca não existe essa tal inteligência. Ao contrário. Parece-me que o responsável sofre de algum tipo de debilidade megalômana, pois pouco vejo de prático nas ações que realiza. Troca mãos de ruas sem um propósito aparente, dificultando ao invés de facilitar, deixando perigoso ao invés de seguro. A gota d’água é a mudança na avenida Brasil, para cima e para baixo da avenida Adhemar de Barros, afunilar o trânsito (...). Segundo me disseram, a ‘zebra’ pintada no meio da avenida serve para posicionar os pedestres. Recuso-me em acreditar que seja para isto mesmo, pois isto vai contra as leis de trânsito e deseduca a população que deveria atravessar na faixa de pedestres. A avenida Brasil, sentido bairro-centro, saindo do Paulistano indo para a Ademar de Barros, nos horários de saída das fábricas torna o trânsito insuportável, além de colocar em risco os pedestres que ficam no meio da avenida em cima da ‘zebra’, já que motoristas de carros e, principalmente, de motos, avançam sobre ela.
Fernando Santoro
Franca - SP

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A rua Ouvidor Freire está um transtorno para pedestres, principalmente de manhã, quando longa fila se forma para esperar o Poupatempo abrir. A rua é muito estreita e, de um lado, ficam carros estacionados em ‘zona azul’. As pessoas não sabem sem manter em fila indiana, se espalham na calçada, e quem tenta passar tem que transitar pela rua, em meio aos carros. Se este senhor foi atropelado próximo a esse local, com certeza não foi o primeiro e nem será o último.
Elenice
Franca - SP

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