Conheça os critérios para a escolha do nome que batiza um furracão


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O nome Sandy nunca foi tão comentado na mídia quanto nesta semana, quando um furacão batizado com esse nome atingiu a costa leste da América do Norte, destruindo cidades e deixando dezenas de mortos.

Mas quais os critérios usados para se escolher o nome de um furacão?

O primeiro sistema de nomenclatura que sem tem notícia seguia o calendário católico. Sempre que um furacão era identificado, os meteorologistas verificavam a data e o batizavam com o nome de um santo.

Mais tarde os pesquisadores passaram a nomear os furacões a partir de sua localização (latitude e longitude). Acontece que o sistema numérico causava muita confusão na hora de passar informações pelo rádio.

Em 1951, o governo dos Estados Unidos decidiu usar o alfabeto fonético dos militares (Alfa, Bravo, Charlie e etc.), mas o sistema também se mostrou confuso.

Por fim, em 1953, os meteorologistas americanos do Centro Nacional de Furacões decidiram usar nomes masculinos e femininos que não começassem com as letras Q, U, X, Y e Z. Para furacões formados no oceano Atlântico foram elaboradas seis listas que se repetem em ciclos de seis anos.

Quando um furacão chega ao continente e causa muitos estragos ele é excluído para sempre dessas listas. Isso aconteceu com os furacões Dennis, Katrina, Rita, Wilma e Stan. Possivelmente, em razão dos estragos causados, principalmente nos Estados Unidos, o nome Sandy não será repetido novamente.
 

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