A CPFL Paulista já concluiu a maioria das obras de ampliação e modernização do sistema elétrico na região de Franca, orçadas, ao todo, em R$ 30 milhões. Os trabalhos foram iniciados ainda no ano passado. A exceção é uma das subestações de Franca, que também está em vias de ser finalizada.
De acordo com Cláudia Lemos, gerente de relacionamentos da CPFL, uma das ações foi a construção do terceiro circuito na linha da Usina Mascarenhas de Morais, localizada nas proximidades de Ibiraci (MG). A obra, que recebeu um investimento de R$ 14 milhões, foi finalizada no último mês de abril, e demorou três anos para ficar pronta.
Três das quatro subestações de energia da cidade também já foram ampliadas. Na subestação Diamante, por exemplo, foram instalados um segundo transformador e seis alimentadores. A unidade está localizada no Parque Santa Hilda e atende a região sudeste da cidade. Somente na subestação, foram mais de R$ 7 milhões investidos, segundo a gerente de relacionamentos.
Já a subestação Rezende, que atende a região do Distrito Industrial, ganhou um novo alimentador de 15 kv. “Com isso, os empresários e industriais daquela área ficam mais tranquilos com a garantia de energia para toda a produção industrial do município de Franca”, explica Cláudia.
Outra obra foi a revitalização da rede no quadrilátero central da cidade. A rede nua (sem proteção) foi substituída pelas redes compactas. “Elas são encapadas, evitando, assim, problemas na qualidade de fornecimento por conta de árvores e objetos que podem tocar nelas”, diz Cláudia. A CPFL já estava realizando a substituição das redes no Centro desde fevereiro de 2011. Os procedimentos estavam orçados em R$ 1,051 milhão.
A gerente acrescenta que existe uma subestação ainda em fase de ampliação. Trata-se da estação Franca, que fica em frente à CPFL, no Jardim do Éden. No local, as obras devem ser terminadas já no mês que vem.
APAGÕES
As fortes chuvas que atingiram Franca na terça-feira e madrugada de quarta-feira causaram interrupções no fornecimento de energia elétrica em diversos bairros da cidade, de acordo com o engenheiro líder da CPFL em Franca, Luiz Carlos da Silva. “Os problemas foram isolados e, em média, demoraram cerca de uma hora para serem solucionados”, disse.
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