Missão cumprida


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 Graciela e assessores no intervalo: clima tenso
Graciela e assessores no intervalo: clima tenso

GCN extraiu tudo dos candidatos. Agora, é com os eleitores

O GCN Comunicação concluiu importante etapa de seu projeto de cobertura das Eleições 2012 ontem. Graciela Ambrósio (PP) e Alexandre Ferreira (PSDB) ficaram frente a frente por quase duas horas em um debate inovador. Os candidatos se confrontaram e foram questionados por jornalistas e eleitores. Foi a última chance que tiveram para apresentar suas ideias e propostas ao mesmo tempo para uma grande massa de votantes. O debate foi transmitido ao vivo pela rádio Difusora e pela internet. O Portal GCN atingiu 12 mil acessos simultâneos com som e imagens. A propaganda eleitoral no rádio e na televisão termina hoje. A campanha chegou ao fim. Não há mais o que fazer. O GCN cumpriu a sua missão de tirar dos candidatos o que eles se propõe a fazer caso sejam eleitos. Agora, é com os eleitores.

Clima bélico
É pouco provável que os candidatos voltem a se sentar na mesma mesa. A disputa pela Prefeitura abalou as relações entre ambos. Mal se cumprimentaram, não foram cordiais e trocaram críticas. Quase sempre, ácidas e violentas.

Pancada
“Não sou pau mandado de ninguém. Ninguém me manda. Sempre tive luz própria. Não preciso de ninguém falar por mim. Pus minha cara à tapa. Quem fala para o se-nhor é o prefeito”, atacou Graciela Ambrósio.

Tiroteio
“A senhora não apresenta essência. É só perfumaria. Não sabe nem o que eu estou falando. É preciso respeitar o adversário quando você ganha e, principalmente, quando perde. Ataques, ataques, ataques. Estamos cansados disso”, retrucou Alexandre Ferreira.

Cartão amarelo
O prefeito eleito de Buritizal e irmão de Graciela, David Abmael David, tentou desconcentrar Alexandre diversas vezes e irritou o candidato. A comissão organizadora do debate teve de entrar em ação para acalmar os ânimos.

Google
Antidumping: medidas de proteção aplicadas quando o governo entende que determinada empresa (ou país) pratica preços abaixo do custo para forçar a quebra dos concorrentes. É o que o setor calçadista acusa a China de fazer.

Edson Arantes
Jornalista – edson@comerciodafranca.com.br

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