O clima entre os candidatos não é dos melhores. A animosidade ficou evidente o tempo todo no debate. A troca de acusações prevaleceu sobre as propostas.
No terceiro bloco, Alexandre perguntou qual era o plano de Graciela para combater a corrupção, já que ela tem ao seu lado o PT e o PP de Paulo Maluf, que ele classificou como “dois ícones de corrupção”. “O senhor e o seu vice (Fernando Baldochi) tiveram cargo de confiança no governo do PT. Quando serviu ao senhor tudo bem, agora, está cuspindo no prato que comeu”. A candidata completou dizendo que a Prohab virou cabide de empregos. “Pessoas com processos até o fio de cabelo estão encostadas lá, como o João Marcos e o Wilson Teixeira. No meu governo, corrupto vai para a rua, vai para a cadeia”.
Quando Graciela disse que a Guarda Civil estava sucateada e que a Prefeitura não tomou providências para melhorar a segurança em Franca, Alexandre lembrou que a adversária é de uma família de policiais. “A senhora é delegada, o seu irmão foi seccional, o coordenador de campanha comandou a Polícia Militar, o irmão comandou os bombeiros, toda a família comandava a segurança pública na cidade e, agora, a senhora vem falar que não resolveu o problema”.
Nas considerações finais, Graciela disse que Alexandre não se preocupou com as pessoas. Alexandre pediu aos eleitores que comparem o resultado do trabalho de ambos e se colocou como a melhor opção para manter o trabalho e a cidade crescendo.
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