Somos uma piada...


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Comece a pensar nas eleições de 2014. Precisamos de deputados e senadores legisladores de melhor qualidade. Até lá, salve-se quem puder!

A cena é deprimente. Acontece dentro de delegacia de polícia. De um lado, repórter da Rádio Difusora. De outro, travesti que vinha sendo investigado por roubos similares e tinha acabado de ser detido pela DIG - Delegacia de Investigações Gerais. Em pauta, denúncia de mais um caso do tipo, ele como suspeito.
Confessou. Disse que viu a oportunidade, achegou-se à vítima escolhida e, usando de força, arrancou-lhe a bolsa . Não mostrou qualquer arrependimento. Sorria. Brincava. Foi liberado. Restar lembrar que, sem flagrante, não houve detenção. Já se acostumou a ser brindado com impunidade para seus atos. Reincide, então. E fará de novo, ‘porque é gostoso...’. As leis garantem.

Como foi esse roubo?
– Ela estava passando (...), fui lá e roubei a bolsa dela.
Ameaçou ela?
– Não. Ela tava (sic) andando, eu puxei a bolsa dela e sai correndo...
Tinha dinheiro?
– Tinha.
Quanto tinha?
– R$ 20 reais, essa veia (sic) maldita!
Só tinha isso?
– Infelizmente!
Achava que tinha mais?
– Achava...
Chegou a agredir ela?
– Acho que não. Só vi ela gritá ‘Socorro!’. Sai correndo...
Você já esteve preso?
– Já.
Por que razão?
–Por assalto, também...
Quantos roubos você já fez?
– Ai! Até já esqueci...
Por que você rouba?
– Porque é gostoso! (Risos)

CONTRAFORTES DO VIADUTO
Um magistrado e defensores públicos mediram forças há pouco tempo, quanto a pontos de vistas conflitantes sobre o exercício do ócio na ruas da cidade. O juiz, entendendo que tinha que aumentar a segurança de cidadãos constrangidos por moradores de rua da região do Fórum e faculdades municipais, determinou a agentes de segurança pública que investigassem cada um deles. Caso houvesse constatação de crime, que fichassem e segregassem. Os defensores públicos, baseados no direito de ‘ir e vir’, constitucional, conseguiram que a Justiça devolvesse a condição de vadiagem àqueles. Esse estranho conflito de interpretação legal foi ao limbo, sob o impacto do tempo eleitoral. Assédio e ações de constrangimento a transeuntes continuam. Há quem afirme que alguns dos moradores de rua já planejam, até com certa ansiedade, a ocupação dos contrafortes do viaduto. Há solução?

JOÃO MOLINA
Morreu no dia 17 deste mês, em Ribeirão Preto, atingido por AVC, o empresário de comunicações João Fernandes Molina, fundador e gestor do grupo Emissoras Associadas. Tinha 77 anos. Nasceu em Franca e foi office-boy da antiga rádio Clube Hertz. Iniciou sua vida empresarial arrendando a rádio Difusora de Batatais, que, mais tarde, adquiriu e com a qual completaria, este ano, 65 anos de transmissões ininterruptas. Ao longo do tempo agregou ao grupo mais seis prefixos de emissoras nas cidades de São Joaquim da Barra, Ribeirão Preto (SP) e Uberaba (MG). O corpo foi transladado para Batatais o enterro aconteceu no cemitério municipal no mesmo dia da morte. Deixou viúva Rachel Mariza Bianco Molina e uma filha, Josmara, agora sua continuadora na gestão do grupo de comunicação. Pêsames à família.

JÚLIO ROCHA
Do ator Júlio Rocha, contratado da Globo e presença de destaque do Top Franca 2012 – a quem reconheci em coluna por sua dedicação de cidadania ao Instituto Paulo Gontijo, de pesquisas e de atendimento a afetados pela Síndrome de Duchenne –, recebi: “Amigo Luiz Neto (tomo a liberdade de chamá-lo de amigo, pois pelas gentis palavras alinhadas de forma tão carinhosa, só posso considerá-lo um amigo, já estimado por mim e minha família), digo-lhe que retornei do trabalho de Franca com muita satisfação, pois conheci uma cidade hospitaleira e de gente de bem. (...) Fiquei muito feliz de você ter me (...) dado a oportunidade de apresentar-lhes minha família. (...) Nossa vida está em constante mudança. Meu pai, (pouco tempo depois de deixarmos Franca), teve que se internar no hospital Santa Catarina para cirurgia muito bem sucedida. Recebeu, lá, apoio espiritual espetacular e ótima assistência médica. (...) Podemos comemorar.”.

DANIEL RODRIGUES
Daniel Rodrigues, repórter do GCN Comunicação, titular do Balakobako, programa radiofônico de maior audiência do rádio francano, está internado no Hospital São Joaquim. Enfrentou cirurgia esta semana e, agravado o caso clínico que parecia simples, terá que permanecer mais algum tempo sob cuidados médicos. Sua humildade e determinação lhe permitirão vencer mais esta batalha. Que Deus o abençoe e lhe devolva saúde completa.

Luiz Neto
Jornalista, editor de Opinião do Comércio - luizneto@comerciodafranca.com.br 

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