A vitória teve um gostinho duplamente especial para Paulo Pitt. Ele não só realizou o sonho de ser prefeito de Restinga como também derrotou a supremacia do grupo do ex-prefeito Clarindo Ferracioli, o Belão, morto há dois anos, que administrou a cidade nas últimas décadas, revezando a cadeira de prefeito entre seus “membros”.
Comércio da Franca - Como o senhor avaliou o resultado das urnas?
Paulo Pitt - Eu estava muito confiante, mas política é como futebol, não tem ganhador até o final da partida.
Comércio - Como ficou sabendo da vitória?
Pitt - Fiquei sabendo às 17h10 pelos fiscais do meu partido. Foi uma euforia muito grande. Comemorei até às 19 horas e depois fui à missa para agradecer a Deus pela vitória.
Comércio - Quando participou do debate promovido pelo GCN, o senhor disse que em Restinga o “sistema é bruto”. Qual foi o segredo para vencer?
Pitt - É a tal da soberba. Acharam que estávamos mortos. Antes os outros dois candidatos pertenciam ao mesmo grupo e sempre estiveram no poder, mas eles se dividiram.
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