Há dois anos a Prefeitura tenta fiscalizar eletronicamente os motoristas que não pagam multas e impostos. Para isso, testou em setembro de 2010, dois radares chamados “dedo-duro”.
O sistema é conectado a um banco de dados que aciona a polícia caso seja encontrada alguma irregularidade. A resposta da central de consulta ocorre em dois segundos e os dados dos veículos são repassados à polícia via rádio.
O sistema é mais caro que os radares de velocidade - R$ 80 mil cada aparelho -, mas funciona. Em três dias foram apreendidos 80 veículos sem licenciamento.
Segundo o secretário de Segurança e Cidadania, Sérgio Buranelli, o sistema foi testado e aprovado, mas depende de uma liberação do Prodesp (Empresa de Tecnologia e Informação do Estado de São Paulo). “Esses equipamentos não estão sendo utilizados porque dependem de uma ligação direta com a Prodesp e estamos tendo alguma dificuldade para consegui-la. Mesmo sendo difícil, estamos tentando.”
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