A Polícia Civil do Estado de São Paulo, que também investiga o sequestro da estudante Clara Alves Campos, 15, já informou a polícia mineira os nomes de pelo menos dois suspeitos de terem participado do crime. Eles estariam envolvidos com quadrilhas estabelecidas na zona sul de Franca.
Oficialmente, o delegado que comanda o setor antissequestro da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), Márcio Murari, não revela detalhes dos trabalhos realizados por sua equipe, mas fontes da polícia disseram que dois integrantes da quadrilha seriam de Franca. O Deoesp (Departamento de Operações Especiais) da Polícia Civil de Minas Gerais cruza as informações para fechar o cerco contra os criminosos envolvidos no sequestro. Ninguém do departamento revela detalhes das investigações.
Segundo apurado pelo Comércio, o cativeiro da adolescente foi no município de Franca. Ela esteve em alguns locais da zona sul, onde passou a noite. Fontes da polícia mineira revelaram que, em depoimento, Clara foi alimentada e passou a noite no quarto de uma casa em Franca. Uma chácara também seria usada como cativeiro pelos marginais, mas não houve tempo. A menina também teria informado que circulou por vários locais no porta-malas de um veículo e sempre com a cabeça coberta por um capuz.
De acordo com as investigações, a estudante chegou a circular até mesmo no Centro de Franca, antes de ser deixada pelos sequestradores numa mata às margens da rodovia Ronan Rocha, perto de Patrocínio Paulista.
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