Além dos atuais investimentos para melhoria do clube, o Castelinho poderá ganhar um condomínio anexo ao clube. A diretoria recebeu uma proposta de uma empresa de São Paulo para a captação de R$ 10 milhões em investimentos que seriam destinados à construção de um empreendimento imobiliário.
“O condomínio giraria em torno de R$ 80 a R$ 100 milhões. Claro que R$ 100 milhões é giro de capital. Desse valor, o clube ficaria com cerca de R$ 15 milhões”, explicou o presidente do clube, Clóvis Alberto de Castro.
A proposta envolve a construção de três torres de prédios no fundo do Castelinho, próximo à represa do clube. “Essas torres ficariam voltadas para a Vila São Vicente. A ideia é fazer esse condomínio integrado com o clube, ou seja, seria um condomínio-clube”, disse. O empreendimento seria voltado para a classe média.
Além do projeto do condomínio, o Castelinho tem mais investimentos em vista. Dentre eles estão a construção de um ginásio de esportes coberto, a cobertura da quadra de tênis, a substituição do asfalto do clube por nova pavimentação e a montagem de uma pista de arvorismo com tirolesa.
Atualmente, o clube tem 3.400 associados. Quando Clóvis assumiu, eram 1.700. “Se as despesas do Castelinho não incluíssem o pagamento de dívidas, o faturamento mensal do clube chegaria a R$ 100 mil”, diz o atual presidente.
Atualmente, 100% da dívida do Castelinho é administrada. Ainda existem processos trabalhistas em andamento, que devem consumir do clube cerca de R$ 300 mil, algo que, para Clóvis, não é um problema tão grande se comparado aos R$ 2,4 milhões já pagos. “Com os investimentos eu alavanquei capital. No final da gestão 2012 estarei com a dívida paga”, garante.
Segundo o presidente, o patrimônio do Castelinho hoje é de cerca de R$ 100 milhões. “Gerir uma entidade desse porte não é aventurinha para qualquer um. É para gente competente”, conclui.
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