As empresas que trabalham com fretamento não ficaram satisfeitas com o decreto que obriga o embarque e desembarque no terminal turístico. Além de alegarem que a rodoviária é um ponto de difícil acesso, há reclamações sobre a infraestrutura. “Além da rodoviária não ter estrutura para todas as agências, pois são somente seis plataformas, os passageiros também são prejudicados. Grande parte dos ônibus sai após as 22 horas, e nesse horário não existe nada aberto na rodoviária, não há nenhuma lanchonete funcionando, por exemplo”, disse Fabiano de Souza, ge-rente da Nena Viagens.
Atuando no terminal há duas semanas, a Gimenes Turismo já sentiu queda na procura por viagens. “O embarque na rodoviária prejudica muito. Além disso, a taxa que estão cobrando (R$ 50) é exorbitante”, disse o chefe de tráfego Marco Antônio Borges.
O secretário de Segurança e Cidadania, Sérgio Buranelli, rebate. “As empresas já tiveram o prazo para adequarem-se ao decreto. É exatamente por isso que elas devem nos procurar, para podermos estabelecer esses horários. Dizer que há poucas plataformas não é justificativa para deixar de fazer o embarque e desembarque no terminal turístico.”
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