Túlio Dente, acusado de ter matado a dona de casa Carolina Neves Carrijo, alegou que o tiro foi acidental. O disparo saiu de um revólver Taurus calibre 38, arma que o suspeito alega ter conseguido com seus comparsas. Segundo ele, estava na cozinha com a vítima e se assustou quando a cachorrinha poodle da dona Carolina, que estava no colo dela, tentou mordê-lo. A bala entrou pelo peito da vítima, atingiu a barriga e saiu nas nádegas. Também chegou a perfurar o intestino da dona de casa. O mesmo projétil atingiu a pata da cachorra, que teve o tendão rompido.
Comércio da Franca - Como tudo aconteceu?
Túlio Dente - Nós entrou (sic) lá para roubar e aconteceu acidentalmente.
Comércio - Como você atirou na senhora?
Túlio Dente - Passaram o revólver na minha mão e quando fui oferecer um copo com água para a senhora, o cachorro rosnou para mim e acabei me assustando e a arma disparou. Na hora nem sabia que tinha pegado nela.
Comércio - Você teve alguma informação de que tinha dinheiro na casa?
Túlio Dente - Não.
Comércio - Então, o que foi fazer lá?
Túlio Dente - Tenho nada pra falar.
Comércio - Você faz assaltos com a arma engatilhada?
Túlio Dente - Eu não pratico roubo assim, não. E a arma veio para minha mão só para segurar. Não atirei em ninguém só porque quis, não. (...) Foi isso mesmo que aconteceu. (...) É só. Chega.
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