O candidato do PSol disse que se sente preparado para ser prefeito e que pretende implantar um projeto de governo diferente. “Entra prefeito e sai prefeito, a política é sempre a mesma. O foco são as obras. Não tem uma política votada para as pessoas. Como estou indignado, resolvi colocar a cara à tapa.”
Hamilton Chiarelo admite que sua luta é desproporcional em relação aos adversários que dispõem de mais condições financeiras. Suas estimativas de investimento são modestas. Disse que gastará em torno de R$ 10 mil, parte do próprio bolso. “Nós temos uma estratégia de campanha que não passa pelo dinheiro. Vivemos a realidade dos bairros 24 horas. Nosso diálogo é direto, é olho no olho, cara a cara, economizando o dinheiro que não temos.”
O candidato afirmou que sua luta é para fazer justiça e defender o povo que, segundo ele, não aguenta mais tantos desmandos. “Antes, a gente ouvia falar em corrupção nas capitais e em Brasília. Hoje, estamos com este problema aqui. Eu vou passar a Prefeitura a limpo.”
A “limpeza”, no caso, começaria pelo setor de Saúde, comandada nos últimos seis anos pelo concorrente do PSDB, Alexandre Ferreira. “Não é segredo para ninguém que a Saúde está no CTI. Ela não existe.” Ele espera resgatar os cinco núcleos do Programa Saúde da Família, implantar outros 30 e construir 12 UBS. Também pretende transformar o pronto-socorro em hospital municipal para não ficar “refém” da Santa Casa.
Chiarelo disse que pretende rever a concessão do transporte público e implantar um fundo municipal para, no médio prazo, a Prefeitura assumir o controle do serviço.
Taxista, o candidato disse que pretende moralizar o serviço e afirmou ter entregue uma relação com 70 placas de clandestinos ao setor de trânsito do município, que não teria feito nada. Por fim, falou que não há diferença entre Gilmar Dominici e Sidnei Rocha. “Sou a única opção de mudança.”
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