Assim como no meio artístico, na política também há candidato que jamais seria identificado pelo nome de batismo. Na Câmara, por exemplo, há vereador que só a família conhece pelo nome. É o caso de Miguel Matias (PP). Pouca gente sabe que se trata do Laercinho do Paiolzinho. “Se me chamar por Miguel, já sei que é cobrador (risos)”, brinca o político, que sempre teve seu nome ligado ao famoso bairro rural de Franca. E como Laercinho, há outros que não acreditam que o nome de batismo possa ajudar a elegê-los.
Candidato a vereador pelo PSL, Antônio Carlos Camillo Gonçalves, o Carlinhos, sempre teve seu nome associado ao seu trabalho e registrou-se como Carlinhos da Center Fabril. “São 23 anos trabalhando na mesma empresa, fiquei conhecido desta maneira. A empresa autorizou e resolvi registrar meu nome desta maneira”, afirmou.
Quem não precisou de autorização foi Moisés Faria Lopes (PMDB). No ano em que comemora 25 anos de fundação do Brutus Lanches, ele adotou o nome nas eleições de Moisés do Brutus. “Foi para ficar mais fácil o sistema de conhecimento”, afirmou Moisés, que é o dono do negócio.
Há outros que se destacam pela ousadia. José Mauro de Melo é um deles. O candidato adotou o nome de Zé da Barraca do NGA e não teme que o eleitor faça associação com um dos maiores problemas da cidade, a saúde. “Estamos preparados para tudo e não temo uma rejeição”, garante o confiante candidato.
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