‘Tenho certeza de que posso melhorar a vida das pessoas’


| Tempo de leitura: 16 min

A delegada Graciela Lourdes David Ambrósio, do PP (Partido Progressista), nasceu em Pedregulho e tem 48 anos. Casada, tem dois filhos. Começou a trabalhar como secretária em um consultório. Aos 22 anos, foi aprovada em cuncurso público e se tornou escrivã de polícia. Formada em Direito pelo Uni-Facef, começou sua carreira como delegada de polícia. Assumiu a DDM (Delegacia de Defesa da Mulher) de Barretos e depois a unidade de Franca, aos 27 anos. Em 2000, aos 36 anos, candidatou-se a vereadora e se elegeu. Foi reeleita em 2004 e, de novo, em 2008, com mais de cinco mil votos, tornando-se a mais votada. Em 2010, se candidatou a deputada federal. Ficou na 1ª suplência, com mais de 62 mil votos. Confira abaixo os principais trechos da sabatina, realizada na última terça-feira. Clique aqui para assistir a sabatina da candidata.

Comércio - Por que a senhora quer ser prefeita da cidade?
Graciela -
Quero ser prefeita porque vivo os problemas dessa cidade há mais de 26 anos. Com 22 anos ingressei na carreira policial como escrivã, me tornei delegada, e convivo diretamente com os problemas das pessoas. Sei as dificuldades que as pessoas vivem quando precisam do poder público. Por esse motivo quis ser vereadora. Mas o vereador tem uma atuação limitada e muitas propostas que apresentei não foram aprovadas, não tive a colaboração da Câmara. E é por isso que eu quero ser prefeita, porque quero colocar minhas ideias em prática. Tenho certeza de que posso fazer alguma coisa melhor para a cidade, posso melhorar a vida das pessoas.

Comércio - Um dos deputados do PP, Beto Mansur, disputa uma vaga para prefeito em Santos. Se for eleito, abrirá uma vaga em Brasília. A senhora é a primeira suplente. Na hipótese de a senhora ganhar em Franca e Beto Mansur ser eleito em Santos, a senhora ficará na Prefeitura ou assumirá como deputada?
Graciela -
Ficarei na Prefeitura. Quero assumir essa cidade, melhorar essa cidade. Não quero ser deputada, quero ser prefeita dessa cidade.

Comércio - O consumo de drogas é hoje uma epidemia em Franca. Se eleita, o que a senhora pretende fazer para resolver esta questão?
Graciela -
Temos que fazer um enfrentamento muito duro, não vamos lavar as mãos. Estamos verificando formas de conseguir tratamento pra esses dependentes químicos.

Comércio - E os dependentes químicos que vivem nas ruas e recusam a internação, a senhora defende a internação obrigatória?
Graciela -
Defendo que sim, porque tem casos em que é necessário.

Comércio - A Guarda Municipal de Franca foi criada para patrulhar e proteger os prédios públicos municipais, mas o resultado do trabalho ficou abaixo do que se espera. O que a senhora pensa a respeito da Guarda?
Graciela -
Não vou desativar a Guarda. Vamos reorganizá-la e, de imediato, vamos colocá-la nas rondas escolares.

Comércio - A senhora defende a Guarda armada?
Graciela -
No momento, não. Ela não foi preparada pra isso. Temos que prepará-la. Aí, futuramente, podemos armá-la.

Comércio - Franca tem um problema crônico de falta de vagas nas creches. Como a senhora pretende resolver esse problema?
Graciela -
Vamos construir creches. Se tem verba pra reformar prédios velhos, por que não empregar nessas creches? Vou construir creches e fazer convênios com as escolas particulares e, se for necessário, compro vagas para atender as crianças de forma emergencial.

Comércio - O transporte público é alvo de reclamações e protestos. Quais suas propostas para melhorá-lo?
Graciela -
O transporte público é uma preocupação minha há muito tempo. Em 2009, quando veio o projeto para a Câmara, para concessão do serviço público de transporte, já prevíamos essa situação dessa alta tarifa. Apresentamos uma emenda para que o processo de escolha fosse definido pelo menor preço (da tarifa). Não tive apoio da Câmara. Como prefeita, vamos tentar achar uma brecha pra diminuir as tarifas. E me comprometo aqui, perante vocês, que não vou assinar nenhum preço abusivo de tarifa de ônibus.

Comércio - A saúde pública é uma das áreas mais sensíveis da cidade. Fila no pronto-socorro, demora no agendamento de consultas, espera de até anos por cirurgia eletiva. Como a senhora pretende resolver essa situação?
Graciela -
Temos muito o que fazer pela saúde. Está uma bagunça. A saúde está abandonada. Primeiro, precisamos fazer com que os pontos de atendimento da saúde sejam interligados pra que as pessoas não fiquem na fila do NGA, do pronto-socorro, da Unidade Básica. Tem que haver um atendimento em rede. Segundo, temos que chamar a Santa Casa para o diálogo, vamos ser parceiros, mas vamos cobrar também.

Comércio - A senhora defende a gestão plena da saúde pública ou o modelo implantado pelo prefeito Sidnei Rocha, que entregou para o Estado?
Graciela -
No momento vai ficar como está. Não seria prudente tomar uma definição dessas sem antes ter acesso a dados da Santa Casa. Estando na Prefeitura, vamos tentar nos inteirar de tudo o que está acontecendo para que possamos tomar uma decisão que beneficie o povo.

Comércio - No começo do atual governo a senhora compôs a base de apoio ao prefeito. Depois se tornou a principal voz de oposição. Aliados do prefeito dizem que a senhora se tornou opositora a partir da demissão de um de seus irmãos, que ocupava cargo comissionado na Prefeitura. Isso é fato?
Graciela -
Isso não é verdade. Nunca fui uma oposição radical. Sempre votei com coerência, visando o que é bom para o povo. O que eu não aceito é ninguém me mandar. Prefeito não me manda. O vereador colabora com o Executivo quando critica, quando tem uma atuação independente e foi isso que eu fiz. Sobre meu irmão, foi uma situação dele com o prefeito. Não cabe a mim responder. Foi o prefeito que contratou, não fui eu.

Comércio - Qual a maior virtude do governo de Sidnei Rocha?
Graciela -
A gente não pode ignorar que muitas coisas foram boas, que melhoraram. O prefeito teve a sua atuação, mas muita coisa ficou a desejar e tem que ser melhorada, a saúde...

Comércio - Do que ele fez, o que a senhora destaca?
Graciela -
Ele recapeou as ruas. Teve um secretário bom, que organizou as finanças que estavam um caos...

Comércio - Qual o maior defeito?
Graciela -
Ele se esqueceu do povo. Ele não dialoga, esqueceu do pobre lá na periferia, esqueceu da saúde. Não põe médico no pronto-socorro, não trouxe casas acessíveis para as pessoas que ganham de 1 a 3 salários mínimos adquirirem.

Comércio - Em abril de 2008 a senhora disse em entrevista ao Comércio que a Câmara era “frouxa”. Continua com a mesma opinião?
Graciela -
Nesse momento, não. Naquele momento a Câmara fazia tudo que o prefeito mandava, não lia os projetos. De uns meses pra cá alguns vereadores mudaram de posicionamento.

Comércio - Este ano a senhora não apresentou nenhum projeto de lei na Câmara. Fez apenas um requerimento cobrando ao prefeito para cumprir uma decisão judicial. Como a senhora avalia sua produtividade?
Graciela -
Se produtividade for apresentar nome de rua e requerimento, não quero estar na lista, porque os meus projetos foram sempre de muita qualidade.

Comércio - Mesmo assim, um projeto ao longo do ano não é pouco comparando com o histórico da senhora nos anos anteriores?
Graciela -
Apresentei muitos e nesse tempo não apresentamos mais porque a gente não tinha apoio da Câmara. Todos projetos que entravam eram reprovados.

Comércio - A senhora tem recebido críticas pela escolha do seu vice, Gilson de Souza Filho, principalmente por ele ter 27 anos e nunca ter exercido funções administrativas ou eletivas. A senhora se arrepende da escolha?
Graciela -
Não, em absoluto. Sou a única candidata que estou dando oportunidade para os jovens. Temos que ter pessoas novas, com energia para participar das questões políticas dessa cidade. Temos que chamar os jovens. E além do mais, o Gilson de Souza Filho é filho do deputado Gilson de Souza, que tem colaborado muito com a nossa cidade.

Comércio - No ano passado, o diretório estadual do PP fez uma intervenção no diretório municipal e destituiu a diretoria comandada por assessores do prefeito. A senhora assumiu a presidência após o episódio, avaliado no meio político como uma atitude “ditatorial”. A senhora defende o vale-tudo na política para atingir os seus objetivos?
Graciela -
Não foi bem assim. O PP era um partido de aluguel. Quem comandava o PP era o prefeito Sidnei Rocha através dos seus assessores. O que houve é que o diretório teve seu prazo vencido, e não pediram a renovação para o diretório estadual. O que fez o diretório estadual? Deu prazo, mas eles não foram atrás. Como tive uma votação expressiva como deputada, eles me convidaram, e eu aceitei, obviamente. Porque eu queria ver o partido independente.

Comércio - Após a intervenção, o vereador Marco Garcia deixou o partido alegando que era “perseguido” pela senhora. E acaba de ter o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral. Ele realmente foi perseguido?
Graciela -
Ele não foi perseguido. Quando ele saiu do partido deixou claro que não tinha medo de ser cassado. Eu pedi, mas quem cassou foi a Justiça.

Comércio - Uma pergunta de Ronaldo Pereira, que é conselheiro do jornal. Como a senhora define seus adversários na disputa pela prefeitura?
Graciela -
Bem... Ubiali, acredito que ele tenha que ficar em Brasília, como deputado federal, e buscar recursos pra Franca. Ele deixou muito a desejar nesses últimos tempos. Alexandre já esteve à frente da Secretaria Municipal por seis anos, está aí a saúde para todo mundo ver, uma bagunça. Foi reprovado, não sei o que ele quer fazer agora, já teve a chance dele. O Cassiano é uma pessoa boa, mas já teve também sua oportunidade como vice-prefeito durante oito anos do governo PT. Marcelo Bomba, um radialista que está tentando a carreira política. Chiarelo, não conheço a história dele, mas tem aí exposições mirabolantes. O Gilson Pelizaro foi um vereador muito atuante.


Raio-x

Nome: Graciela Lourdes David Ambrósio

Idade: 48 anos

Estado civil: Casada com o policial civil Paulo Ambrósio

Filhos: Urias e Pedro

Nasceu em: Pedregulho

Profissão: Delegada

Cargos que ocupou: Vereadora

Religião: cristã

Esporte: caminhada e natação

Comércio - Por que a senhora quer ser prefeita da cidade?
Graciela - Quero ser prefeita porque vivo os problemas dessa cidade há mais de 26 anos. Com 22 anos ingressei na carreira policial como escrivã, me tornei delegada, e convivo diretamente com os problemas das pessoas. Sei as dificuldades que as pessoas vivem quando precisam do poder público. Por esse motivo  quis ser vereadora. Mas o vereador tem uma atuação limitada e muitas propostas que apresentei não foram aprovadas, não tive a colaboração da Câmara. E é por isso que eu quero ser prefeita, porque quero colocar minhas ideias em prática. Tenho certeza de que posso fazer alguma coisa melhor para a cidade, posso melhorar a vida das pessoas.
 
Comércio - Um dos deputados do PP, Beto Mansur, disputa uma vaga para prefeito em Santos. Se for eleito, abrirá uma vaga em Brasília. A senhora é a primeira suplente. Na hipótese de a senhora ganhar em Franca e Beto Mansur ser eleito em Santos, a senhora ficará na Prefeitura ou assumirá como deputada?
Graciela - Ficarei na Prefeitura. Quero assumir essa cidade, melhorar essa cidade. Não quero ser deputada, quero ser prefeita dessa cidade.
Comércio - O consumo de drogas é hoje uma epidemia em Franca. Se eleita, o que a senhora pretende fazer para resolver esta questão?
Graciela - Temos que fazer um enfrentamento muito duro, não vamos lavar as mãos. Estamos verificando formas de conseguir tratamento pra esses dependentes químicos.
Comércio - E os dependentes químicos que vivem nas ruas e recusam a internação, a senhora defende a internação obrigatória?
Graciela - Defendo que sim, porque tem casos em que é necessário.
Comércio - A Guarda Municipal de Franca foi criada para patrulhar e proteger os prédios públicos municipais, mas o resultado do trabalho ficou abaixo do que se espera. O que a senhora pensa a respeito da Guarda?
Graciela - Não vou desativar a Guarda. Vamos reorganizá-la e, de imediato, vamos colocá-la nas rondas escolares.
Comércio - A senhora defende a Guarda armada?
Graciela - No momento, não. Ela não foi preparada pra isso. Temos que prepará-la. Aí, futuramente, podemos armá-la.
Comércio - Franca tem um problema crônico de falta de vagas nas creches. Como a senhora pretende resolver esse problema?
Graciela - Vamos construir creches. Se tem verba pra reformar prédios velhos, por que não empregar nessas creches? Vou construir creches e fazer convênios com as escolas particulares e, se for necessário, compro vagas para atender as crianças de forma emergencial.
Comércio - O transporte público é alvo de reclamações e protestos. Quais suas propostas para melhorá-lo?
Graciela - O transporte público é uma preocupação minha há muito tempo. Em 2009, quando veio o projeto para a Câmara, para concessão do serviço público de transporte, já prevíamos essa situação dessa alta tarifa. Apresentamos uma emenda para que o processo de escolha fosse definido pelo menor preço (da tarifa). Não tive apoio da Câmara. Como prefeita, vamos tentar achar uma brecha pra diminuir as tarifas. E me comprometo aqui, perante vocês, que não vou assinar nenhum preço abusivo de tarifa de ônibus.
Comércio - A saúde pública é uma das áreas mais sensíveis da cidade. Fila no pronto-socorro, demora no agendamento de consultas, espera de até anos por cirurgia eletiva. Como a senhora pretende resolver essa situação?
Graciela - Temos muito o que fazer pela saúde. Está uma bagunça. A saúde está abandonada. Primeiro, precisamos fazer com que os pontos de atendimento da saúde sejam interligados pra que as pessoas não fiquem na fila do NGA, do pronto-socorro, da Unidade Básica. Tem que haver um atendimento em rede. Segundo, temos que chamar a Santa Casa para o diálogo, vamos ser parceiros, mas vamos cobrar também.
Comércio - A senhora defende a gestão plena da saúde pública ou o modelo implantado pelo prefeito Sidnei Rocha, que entregou para o Estado?
Graciela -  No momento vai ficar como está. Não seria prudente tomar uma definição dessas sem antes ter acesso a dados da Santa Casa. Estando na Prefeitura, vamos tentar nos inteirar de tudo o que está acontecendo para que possamos tomar uma decisão que beneficie o povo.
Comércio - No começo do atual governo a senhora compôs a base de apoio ao prefeito. Depois se tornou a principal voz de oposição. Aliados do prefeito dizem que a senhora se tornou opositora a partir da demissão de um de seus irmãos, que ocupava cargo comissionado na Prefeitura. Isso é fato?
Graciela - Isso não é verdade. Nunca fui uma oposição radical. Sempre votei com coerência, visando o que é bom para o povo. O que eu não aceito é ninguém me mandar. Prefeito não me manda. O vereador colabora com o Executivo quando critica, quando tem uma atuação independente e foi isso que eu fiz. Sobre meu irmão, foi uma situação dele com o prefeito. Não cabe a mim responder. Foi o prefeito que contratou, não fui eu.
 
Comércio - Qual a maior virtude do governo de Sidnei Rocha?
Graciela - A gente não pode ignorar que muitas coisas foram boas, que melhoraram. O prefeito teve a sua atuação, mas muita coisa ficou a desejar e tem que ser melhorada, a saúde...
Comércio - Do que ele fez, o que a senhora destaca?
Graciela - Ele recapeou as ruas. Teve um secretário bom, que organizou as finanças que estavam um caos...
Comércio - Qual o maior defeito?
Graciela - Ele se esqueceu do povo. Ele não dialoga, esqueceu do pobre lá na periferia, esqueceu da saúde. Não põe médico no pronto-socorro, não trouxe casas  acessíveis para as pessoas que ganham de 1 a 3 salários mínimos adquirirem.
Comércio - Em abril de 2008 a senhora disse em entrevista ao Comércio que a Câmara era “frouxa”. Continua com a mesma opinião?
Graciela - Nesse momento, não. Naquele momento a Câmara fazia tudo que o prefeito mandava, não lia os projetos. De uns meses pra cá alguns vereadores mudaram de posicionamento.
Comércio - Este ano a senhora não apresentou nenhum projeto de lei na Câmara. Fez apenas um requerimento cobrando ao prefeito para cumprir uma decisão judicial. Como a senhora avalia sua produtividade?
Graciela - Se produtividade for apresentar nome de rua e requerimento, não quero estar na lista, porque os meus projetos foram sempre de muita qualidade.
Comércio - Mesmo assim, um projeto ao longo do ano não é pouco comparando com o histórico da senhora nos anos anteriores?
Graciela - Apresentei muitos e nesse tempo não apresentamos mais porque a gente não tinha apoio da Câmara. Todos projetos que entravam eram reprovados.
Comércio - A senhora tem recebido  críticas pela escolha do seu vice, Gilson de Souza Filho, principalmente por ele ter 27 anos e nunca ter exercido funções administrativas ou eletivas. A senhora se arrepende da escolha?
Graciela - Não, em absoluto. Sou a única candidata que estou dando oportunidade para os jovens. Temos que ter pessoas novas, com energia para participar das questões políticas dessa cidade. Temos que chamar os jovens. E além do mais, o Gilson de Souza Filho é filho do deputado Gilson de Souza, que tem colaborado muito com a nossa cidade.
Comércio - No ano passado, o diretório estadual do PP fez uma intervenção no diretório municipal e destituiu a diretoria comandada por assessores do prefeito. A senhora assumiu a presidência após o episódio, avaliado no meio político como uma atitude “ditatorial”. A senhora defende o vale-tudo na política para atingir os seus objetivos?
Graciela - Não foi bem assim. O PP era um partido de aluguel. Quem comandava o PP era o prefeito Sidnei Rocha através dos seus assessores. O que houve é que o diretório teve seu prazo vencido, e não pediram a renovação para o diretório estadual. O que fez o diretório estadual? Deu prazo, mas eles não foram atrás. Como tive uma votação expressiva como deputada, eles me convidaram, e eu aceitei, obviamente. Porque eu queria ver o partido independente.
Comércio - Após a intervenção, o  vereador Marco Garcia deixou o partido alegando que era “perseguido” pela senhora. E acaba de ter o mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral. Ele realmente foi perseguido?
Graciela - Ele não foi perseguido. Quando ele saiu do partido deixou claro que não tinha medo de ser cassado. Eu pedi, mas quem cassou foi a Justiça.
Comércio - Uma pergunta de Ronaldo Pereira, que é conselheiro do jornal. Como a senhora define seus adversários na disputa pela prefeitura?
Graciela - Bem... Ubiali, acredito que ele tenha que ficar em Brasília, como deputado federal, e buscar recursos pra Franca. Ele deixou muito a desejar nesses últimos tempos. Alexandre já esteve à frente da Secretaria Municipal por seis anos, está aí a saúde para todo mundo ver, uma bagunça. Foi reprovado, não sei o que ele quer fazer agora, já teve a chance dele. O Cassiano é uma pessoa boa, mas já teve também sua oportunidade como vice-prefeito durante oito anos do governo PT. Marcelo Bomba, um radialista que está tentando a carreira política. Chiarelo, não conheço a história dele, mas tem aí exposições mirabolantes. O Gilson Pelizaro foi um vereador muito atuante.

Raio-x
Nome: Graciela Lourdes David Ambrósio
Idade: 48 anos
Estado civil: Casada com o policial civil Paulo Ambrósio
Filhos: Urias e Pedro
Nasceu em: Pedregulho
Profissão: Delegada
Cargos que ocupou: Vereadora
Religião: cristã
Esporte: caminhada e natação

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários