A Defensoria Pública está a favor de quem? Se é defensoria, deveria ser das pessoas de bem, e não de se aproveita do ECA e fazem o que bem (entendem). Defendê-los para colocar em liberdade é um tapa na cara (sic) da sociedade. Parabéns ao promotor Augusto (Soares de Arruda Neto) que defende a internação. (A Defensoria, primeiro) defendeu moradores de rua que extorquem motoristas. Agora, mais essa para menores infratores. Vamos defender, isto sim, a sociedade de bem!!! (Leia ‘Súmula pode esvaziar Fundação Casa’ em http://www.gcn.net.br/jornal/index.hp? codigo=182784).
Marco
Franca - SP
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Sugiro que o defensor público Mário Eduardo possa acolher esses menores infratores (...) em casa. O ECA está sendo pisoteado faz tempo, pois não se respeita o direito das crianças e jovens que se vão à escola para aprender. A cada dia se sentem mais ameaçados por traficantes disfarçados de estudantes ou são forçados a se contentar com ambiente de aprendizagem deteriorado pela indisciplina e violência cometidas por esses vândalos. Afinal, o jovem com vontade de aprender também não é um menor? Além disso, como o defensor se colocaria em saber que na sala de aula de seus filhos, traficantes desejosos de badernar e ampliar seus negócios, digo, espalhassem vícios numa clara ameaça aos seus?
Dársio
Franca - SP
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Não espero mais nada deste País. Quem deveria fazer leis prá proteger e assegurar tranquilidade dos cidadãos de bem, parece que estão mais preocupados com o bem-estar de marginais. A cada dia um absurdo novo. A gente nem se surpreendende mais. (...) como diz o ditado - os incomodados que se mudem -, é exatamente o que estou seriamente pensando em fazer. Passa ano, entra ano, nada muda. Só piora!
Ricardo
Franca - SP
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Não compreendo muito bem os trâmites para essas internações, mas acredito que se não tem, deveria haver acompanhamento psicológico e psiquiátrico individualmente, durante os julgamentos dos jovens, para evitar erros em condenações. Além de causas transtorno ao menor e à sua família, causa prejuízos aos cofres públicos. Também não é novidade que, dentro da cadeia, o menor fica junto com (bandidos) que podem aliciá-los, atrelando-os de vez ao mundo do crime. Penso que cada caso é um caso e nada é tão simples quanto se trata de pessoas com carências afetivas, educacionais e sem apoio social eficiente.
Esdras Souza
Franca - SP
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