Quem acompanha este Comércio e a Difusora todos os dias já se deu conta de que a esperada paz no trânsito continua sendo apenas um sonho distante. Dia após dia nos deparamos com acidentes graves, muitas vezes com vítimas fatais. Foi a falta de um freio aqui, uma imprudenciazinha ali e a velocidade acima do permitido acolá. Percebe-se que, em muitos motoristas ou motociclistas, a “ficha não caiu”. É muito fácil transformar qualquer veículo automotivo em arma. Os causadores de tudo isso não são apenas a imprudência, o desrespeito e o desprezo pela vida. Quem anda pelas ruas de Franca já percebeu que há condutores que não se preocupam com a conservação de seus veículos. Há verdadeiras relíquias andando por aí bem conservadas, bem cuidadas. Porém, há muito mais carros (principalmente!) e motos inteiramente sem condições de trafegar. Por isso, enquanto se bate na questão do condutor que precisa agir com responsabilidade, civilidade e prudência ao volante, exige-se ainda um cuidado com a máquina que ele conduz, já que pode colocar em risco a vida não só dele, mas também de quem o acompanha e dos que estiverem ao seu redor. Só assim, com cuidados com a conduta e com as condições da máquina, teremos a esperança de que, quem sabe, um dia a paz no trânsito deixe de ser uma utopia.
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