Como se fosse um segredo de Estado. É assim que as campanhas dos candidatos a prefeito tratam o início da propaganda eleitoral gratuita no rádio e na televisão prevista para a próxima terça-feira. Ninguém revela detalhes do que está sendo produzido e a maioria confirma dos coordenadores diz apenas que está com, no máximo, três programas “quase” prontos.
Há uma explicação. Preocupados com o que os concorrentes estão preparando para veicular, as coligações estão “econômicas” no número de programas. “É uma estratégia que adotamos para, se necessário, no dia seguinte, darmos resposta a altura a qualquer declaração dos adversários”, revela Gerson Antônio de Paula, presidente do PV, que tem como candidato a prefeito Cassiano Pimentel.
Adilson Jacinto Barbosa, presidente do PCdoB, que faz parte da coligação que apoia Marco Aurélio Ubiali (PSB), tem opinião semelhante. “Estamos seguindo uma linha planejada, mas conforme o andamento (dos programas concorrentes) poderá ocorrer alteração e estamos prontos para mexer nesta programação”, garantiu.
Candidato da Frente Socialista, Hamilton Chiarelo (PSol) foi o único a admitir que tem oito programas gravados. Não há alterações previstas.
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