Diretor diz que decisão é uma questão de responsabilidade


| Tempo de leitura: 1 min

O superintendente da Santa Casa de Franca, Fernando Bueno, negou ontem que a decisão de paralisar os atendimentos tenha como objetivo pressionar o governo do Estado para aumentar o volume de repasses mensais para o hospital. “É para garantir o atendimento à população”, garantiu.

A decisão sobre a data de paralisação ainda depende de reuniões complementares previstas para esta quinta-feira, mas o dirigente disse que mantém a esperança de uma ajuda financeira pactuada com o governo do Estado, que possa evitar a medida radical de suspender as internações. “O governo (do Estado) pediu prazo até amanhã (hoje) para fazer negociação”, disse Bueno. Para ele, uma solução paliativa que evite a paralisação dos atendimentos ainda é possível.

Se não houver uma resposta positiva do governo do Estado, a Santa Casa deve manter, além do atendimento aos pacientes já internados, apenas os procedimentos de hemodiálise, quimioterapia e radioterapia. Todo o restante será interrompido. Um hipotético paciente vítima de acidente de trânsito que chegar à portaria da Santa Casa será reencaminhado para outros hospitais, públicos ou particulares, de Franca ou das cidades da região. Vale o mesmo para qualquer outro tipo de ocorrência, independente da urgência ou gravidade, excetuados os casos de hemodiálise e oncologia.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários