6 jovens detidos no Centro


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Chamar esses baderneiros regados a drogas e apologias ao sexo animal de estudantes, é um inaceitável desrespeito aos verdadeiros estudantes. Os verdadeiros estavam em suas respectivas salas de aula, cientes da importância desse nobre espaço em seus projetos de vida. Quanto aos delinquentes, pergunto: onde estava o Conselho Tutelar e o Juizado de Menores? A ausência dessas esferas de poder na praça é a certeza de que nesse País que se fantasia de sério, o menor pode tudo? Pode matar, roubar, traficar, menosprezar a aula, agir com violência em relação a professores e colegas? (Leia ‘A fita é o seguinte: nóis é locão’, aqui).
Dársio Batista
Franca - SP

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Beber não é ‘natural’, como dizem os adolescentes, mas é comum! Natural é um adolescente ter pais que zelem por ele. Natural é ter escola que se preocupa em trabalhar com eles (...). Natural é comemorar o dia do estudante de forma inteligente e criativa. Soltar meninos numa praça e deixá-los à mercê de suas próprias vontades é de uma tamanha desconsideração e falta de profissionalismo! Vi ao vivo aquelas cenas. É degradante você se deparar com uma criança fumando cigarro de maconha (...). Pior ainda é essa criança achar que isso é bonito e lhe dá (falso) poder!!!
Amanda Raiz
Franca - SP

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Eu observo esses fatos e chego à conclusão de que o que está errado, é a cidade. Prá que permitir que esses jovens se reunião na praça? Todos sabemos que alunos de várias escolas, juntos, dá no que dá... Também não sei porque comemorar dia do estudante, se ninguém está nem ai para isso. Vivemos numa época em que certas coisas não são necessárias mais. É igual o protesto contra e São José. O que adiantou aquele monte de gente (sic) reclamando no terminal central? Daqui a um tempo a empresa vai aumentar novamente o valor da passagem e a gente vai ter que aceitar e ponto final. Falta raciocínio das pessoas...
Bruno
Franca - SP

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Li o artigo de Luiz Neto, denominado “Pais? Esses ou aqueles?”, publicado no sábado (veja aqui). Após, li o artigo do professor Everton de Paula, denominado “Para onde foi o respeito?” no caderno Nossas Letras deste Comércio, (veja aqui) daquele mesmo dia. Ambos tratam de situação muito preocupante para as famílias que ainda acreditam na família e na escola, pois sempre acreditei que uma tem que ser a continuação da outra. Mas, infelizmente, não se reconhece mais o respeito às instituições que poderiam, ainda, ser o nosso porto seguro, ou seja, a família e a escola. É uma pena que as modificações citadas pelo professor Everton não tenham sido estruturadas a ponto de amparar a hierarquia na família. Ocorrendo, filhos continuariam respeitando ensinamentos e, ao mesmo tempo, serem amigos dos pais. As mudanças foram radicais e mal estruturadas. Houve, sim, uma inversão de valores que, infelizmente, nos está levando à retomada da barbárie. As famílias conscientes estão lamentando tais mudanças e, quero crer, lamentarão muito mais no futuro. É uma pena.
João Bittar Filho
Franca - SP

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