Maioria reaparece em 24 horas


| Tempo de leitura: 1 min

De acordo com a polícia, a maioria das pessoas dadas como desaparecidas é encontrada nas 24 horas seguintes ao registro da ocorrência. Muitos são jovens com idade média de 25 anos ligados ao uso de entorpecentes. Viciados em crack, muitos deles saem de casa e ficam em “biqueiras” usando entorpecentes. Somente em julho, segundo o setor de inteligência da Polícia Civil, quatro casos seguiram essa linha.

Um adolescente de 16 anos, morador na Vila Aparecida, que ficou 48 horas desaparecido, é um dos casos. Sua mãe, uma sapateira de 42 anos, procurou o 3º Distrito Policial no mês passado informando que o filho saiu de casa à tarde e não retornou. Ela o procurou em vários locais, mas não teve resultado. Viciado em drogas, dois dias depois, o estudante voltou para o imóvel debilitado e sujo. “Ele estava numa casa abandonada com outros viciados. Apareceu com fome, sem tomar banho e muito magro. Ele é viciado em crack. Já providenciamos sua internação numa clinica para viciados”, disse ACS, mãe do rapaz.

Ainda no mês passado, outro caso de desaparecimento levou a polícia a identificar e prender um traficante. Os agentes do 3º Distrito Policial investigava o desaparecimento de uma vendedora de 28 anos, cuja família havia registrado queixa de seu sumiço. A jovem, que morava com a avó, saiu de casa no dia cinco de julho para ir na agência do Poupatempo. Desde então, a vendedora passou a fazer poucos contatos com a família até que não ligou mais. Ela foi localizada 11 dias depois na casa de um traficante na Vila Aparecida. Ela não apresentava qualquer tipo de ferimento. No local, havia cocaína e o morador foi preso em flagrante.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários