Alimento diário


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‘Toda criatura vivente que vive em exames viverá por onde quer que passe este rio, e haverá muitíssimo peixe, e, aonde cegarem estas águas, tornarão saudáveis do mar, e tudo viverá por onde quer que passe este rio’. (Ez 47:9)

O FLUIR DOS RIOS DE ÁGUA VIVA

O tema desta semana é ‘O ministério dos doze apóstolos’ (At. 1: 15-17).
Jesus falou aos discípulos: ‘Não vos compete conhecer tempos ou época que o Pai reservou pela sua exclusiva autoridade; mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra’ (vs. 7-8). Essa foi uma palavra dirigida especialmente aos apóstolos. Ao descer sobre eles o Espírito Santo, eles receberiam poder e deveriam sair a partir da cidade em que estavam até os confins da terra. Hoje devemos ir da cidade onde estamos, alcançar todo o estado onde vivemos e ganhar o país até chegar aos confins da terra. Assim seremos testemunhas do Senhor. É para isso que Ele nos dá poder. Como vimos anteriormente, no último dia, o grande dia da festa dos Tabernáculos, o Senhor se pôs em pé e chamou: ‘Se alguém tem sede, venha a mim e beba. Quem crer em mim, como diz a Escritura, do seu interior fluirá rios de água viva. Isso, porém, disse Ele com respeito ao Espírito que haviam de receber os que Nele cressem; pois ainda não havia o Espírito, porque Jesus não havia sido ainda glorificado’ (Jo 7: 37-39).
Quando criou o homem e o colocou no jardim do Éden, Deus lhe disse que poderia comer toda a sorte de árvores. Ele queria especialmente que o Homem comesse do fruto da árvore da vida, mas não deveria comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. No dia em que o homem comesse da árvore da vida, a vida divina que entraria nele passaria a crescer. Todavia o homem fracassou comendo do fruto da árvore conhecimento do bem e do mal, e assim não poderia mais comer do fruto da árvore da vida. Homem e mulher foram então expulsos do jardim do Éden. Graças, porém, a Deus que é amor, e, apesar de o homem ter caído, Ele ainda queria salvá-lo. Para isso há um rio que sai do jardim do Éden e alcança o quatro cantos de Terra para conduzir o homem de volta a Deus. Esse rio flui do nosso interior.
Quando recebemos o Espírito, por um lado, do nosso interior fluem rios de água viva e, por outro, estamos nesse rio, como diz Ezequiel 47. Devemos estar nesse rio cujas águas inicialmente nos dão pelos tornozelos (v. 3). E á medida que permanecemos nele as águas vão subindo até os joelhos (v.4ª), chegam aos lombos (v. 4b) e por fim tornam-se um rio que não se pode atravessar (v.5). Então só podemos submeter-nos ao fluir da água da vida.
De acordo com Gênesis, um rio saía do jardim do Éden e se dividia em quatro braços. O primeiro chama-se Pisom, um rio cheio de riqueza (Gn 2:11-12). Quando entramos no fluir desse rio, enchemo-nos de alegria e nesse fluir Deus nos supre em tudo e nos satisfaz totalmente. Essas águas não somente matam a sede interior, como também nos dão suprimento de vida, alegria e paz. Graças ao Senhor pelo rio Pisom!
Depois que o homem foi expulso do jardim do Éden, teve sede interior, mas o Senhor nos diz: ‘Quem crer em Mim [...] do seu interior fluirão rios de água viva’. A partir de amanhã falaremos mais sobre o rio Pisom e sobre os outros três braços: Giom, Tigre e Eufrates.

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