O prefeito Sidnei Rocha (PSDB) esteve no aeroporto “Tenente Lund Presotto”, na tarde de ontem, para recepcionar o governador do Estado de Pernambuco e presidente nacional do PSB, Eduardo Campos. A visita teve como objetivo apoiar a candidatura de Marco Aurélio Ubiali (PSB), que disputa as eleições municipais contra o tucano Alexandre Ferreira, apoiado pelo atual prefeito, e outros cinco candidatos.
“Política não é guerra. Os adversários não são inimigos, são adversários. O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, é uma figura importante na política nacional. Ubiali me pediu que viesse recepcionar o governador e eu não vejo nenhum mal em vir aqui recebê-lo”, afirmou Sidnei.
A visita durou pouco mais de uma hora. O governador pernambucano desembarcou às 17h45. Veio acompanhado do deputado Márcio França e do secretário de Turismo do Estado de São Paulo, Cláudio Valverde. As autoridades foram recepcionadas pelos candidatos Ubiali e seu vice Vanderlei Tristão (PTB). O vice-prefeito de Franca, Ary Balieiro (PTB), também esteve presente.
Do aeroporto, Ubiali seguiu com o governador em carreata. Desceram a avenida Champagnat, passaram pelo Centro e chegaram ao São Joaquim, no comitê do PSB. Em entrevista, o governador disse que o partido apoiará o candidato francano em tudo que for necessário. “Ele (Ubiali) representa a possibilidade de Franca continuar mudando com responsabilidade, com alguém que conhece os caminhos da parceria com o governo do Estado, da parceria com o governo federal.”
Depois da entrevista, Campos gravou vídeos declarando apoio a Ubiali e outros candidatos às Prefeituras da região. De Franca, o governador pernambucano seguiu para São José do Rio Preto.
PRESENTE FRANCANO
Pela primeira vez em Franca, Eduardo Campos foi presenteado por Ubiali com um sapato fabricado na cidade. Na oportunidade, o governador falou da importância do governo criar mecanismos para barrar a entrada ilegal de calçados chineses no Brasil. Citou os juros “mais altos do mundo”, a “deficiência” da infraestrutura, energia elétrica “cara” e “déficit” na educação. “Se a gente enfrenta tudo isso e ainda tem que enfrentar a concorrência desleal, é algo injusto. E nós temos que ter a coragem de tomar a defesa como as grandes nações do mundo fazem: defendem suas indústrias.”
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