Alta dose de rock ‘n’ roll. É o que promete a banda Superdose que se apresenta às 20 horas de hoje no Sesi Franca. Com influências de Oasis, Stereophonics, Stone Roses, Verve, Beatles e The Who, os irmãos Johnny e Antonio Frugiuele recriam o ritmo brit-pop dos anos 90 trazendo também referências brasileiras.
O grupo, que no início dos anos 2000 começou como Power Trio, tomou forma ao integrar festivais e eventos como o Rock and Run, no Credicard Hall (2005) e abrir o show do The Ataris no Rockfest 2006. Hoje, focados na divulgação do projeto Work Rock, os músicos falam com empolgação do público que os aguarda. “Tocamos em Franca na Virada Cultural desse ano! Foi muito bom, o público da cidade é demais!!!” conta Johnny.
Comércio da Franca- O Superdose segue em turnê de divulgação do projeto Work Rock. Qual a proposta deste projeto?
Johnny - A proposta do projeto Work Rock é levar o show do Superdose para praças que normalmente a banda não toca com as apresentações totalmente gratuitas! Após o show faremos um bate-papo com a galera, onde o público poderá conhecer mais sobre o mercado da música independente, fazer perguntas e receber orientações da banda.
Comércio- O brit-pop é o estilo que marca as canções do Superdose, mas, não há alguma influência ‘brazuca’?
Johnny - Com certeza temos influências brazucas. Para mim, particularmente, Cazuza e Renato Russo! Meu irmão, Antônio, gosta bastante também da MPB antiga: Cartola, Ari Barroso e, claro, Tom e Vinícius.
Comércio- Por que o interior paulista foi escolhido como palco de divulgação? O público tem sido receptivo ao estilo?
Johnny - Gostamos muito de tocar no interior paulista. Percebemos que há uma grande receptividade com bandas de rock e principalmente bandas independentes como nós.
Comércio- Por falar em receptividade ao estilo, o cenário nacional-que propicia tanto o segmento sertanejo-, está aberto ao alternativo?
Johnny - Acredito que sempre há espaço para a novidades independente do estilo. Uma vez que você faz música verdadeira e com o coração, as pessoas irão gostar!
Comércio- A banda é independente. Quais os principais desafios enfrentados por vocês?
Johnny - O principal desafio quando você tem uma banda independente é entrar no mercado e conseguir fazer shows, gravar um disco, um clipe. Não é fácil, mas uma vez que você pega o jeito, tudo fica mais fácil! O legal de ser independente é que o artista tem autonomia total sobre a sua obra. Nosso repertório é 100% autoral!
Comércio- Sobre o espetáculo, o que o público pode esperar?
Johnny - Um show de rock’n’ roll de verdade com muita garra!! Vai ser animal! Gostamos muito das apresentações ao vivo.
A formação integral da banda conta com Johnny (voz e guitarra), Antônio Frugiuele (guitarra), Maurício Hoffmann (bateria) e Rodrigo Luminatti (baixo).
Os convites devem ser retirados com 30 minutos de antecedência no Sesi, que fica na Av. Santa Cruz, 2.870, Vila Scarabucci. Entrada gratuita. Outras informações pelo (16) 3712-1620
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.